{"status":200,"response":{"result":"PUBLIC_ARTICLES_RETRIEVED","data":{"count":4,"content":[{"id":"6936cad62ae6c1364db59667","updated":"2025-12-08T12:55:50.440Z","created":"2025-12-08T12:55:50.405Z","statuses":{"approval_status":"approved","publish_status":"published","visibility_status":"public","has_pending_changes":false,"is_pinned":false,"is_paywall_disabled":false,"scheduled_date":null,"rejection_reason":null,"created_on":"2025-12-08T12:55:50.372Z","updated_on":null},"metadata":{"location":"home","location_slug":"blog","content_type":"post","publish_date":"2025-12-08T12:55:50.414Z","likes_count":0,"comments_count":0,"bookmarks_count":0,"shares_count":2,"score":"2025-12-08T12:55:50.414Z","sharing_title":null,"sharing_description":null,"sharing_image":null,"tag_ids":["60ad1a1b20497163da0bf6ed","66650ed48ef35794100e47d1","5f025560ceea233b48164918","593f53f811eebc073efd4daa","5eea82a8b20b5b242ebecc37"],"author_user_id":"5f63e7c3f396fc711560230b","moderator_user_id":null,"original_author_user_id":"5f63e7c3f396fc711560230b","project_id":"58b04f5940c1474e557e363a","course_id":null,"course_module_id":null,"group_id":null,"version":2,"pagetopic":null,"created_on":"2025-12-08T12:55:50.372Z","updated_on":null,"tags":[{"id":"593f53f811eebc073efd4daa","title":"OMS","slug":"oms","fixed":0,"app_id":"56e066bd9cbb047348354ea6","account_id":"58b04e55e9dd6944b5ee4daf","project_id":"58b04f5940c1474e557e363a"},{"id":"5eea82a8b20b5b242ebecc37","title":"Tratamentos","slug":"tratamentos","project_id":"58b04f5940c1474e557e363a"},{"id":"5f025560ceea233b48164918","title":"obesidade","slug":"obesidade","project_id":"58b04f5940c1474e557e363a"},{"id":"60ad1a1b20497163da0bf6ed","title":"diretriz","slug":"diretriz","project_id":"58b04f5940c1474e557e363a"},{"id":"66650ed48ef35794100e47d1","updated":"2024-06-09T02:09:24.447Z","created":"2024-06-09T02:09:24.447Z","title":"GLP-1","slug":"glp-1","project_id":"58b04f5940c1474e557e363a"}]},"content":{"title":"OMS Publica Diretriz Sobre Uso de Terapias GLP-1 no Tratamento da Obesidade","slug":"oms-publica-diretriz-sobre-uso-de-terapias-glp-1-no-tratamento-da-obesidade","cover_image":"https://58b04f5940c1474e557e363a.redesign.static-01.com/l/images/863d614ee594c31655414bcd1732557cf974d15d.png","cover_image_alt_text":null,"headline":"A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou pela primeira vez, uma diretriz sobre o uso de terapias agonistas de GLP-1 (glucagon-like peptide-1) para tratamento de adultos com obesidade. A diretriz","preview_content":"

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou pela primeira vez, uma diretriz sobre o uso de terapias agonistas de GLP-1 (glucagon-like peptide-1) para tratamento de adultos com obesidade. A diretriz consolida

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou pela primeira vez, uma diretriz sobre o uso de terapias agonistas de GLP-1 (glucagon-like peptide-1) para tratamento de adultos com obesidade. A diretriz consolida uma mudança de paradigma em que a obesidade deixa de ser vista apenas como resultado de “estilo de vida” e passa a ser tratada como uma doença crônica, recidivante, complexa e que exige cuidado ao longo de toda a vida.

A OMS descreve a obesidade como resultado de interações entre genética, neurobiologia e comportamento alimentar, somadas a ambientes obesogênicos marcados por mudanças no padrão alimentar, na atividade física, nos estilos de vida e pela globalização e industrialização da produção e do marketing de alimentos. O impacto já é mensurável em escala planetária: mais de 1 bilhão de pessoas vivem hoje com obesidade, e, em 2024, houve 3,7 milhões de mortes relacionadas à obesidade por doenças crônicas não transmissíveis, correspondendo a 12% de todos os óbitos por doenças crônicas não transmissíveis no mundo. Os custos globais são projetados em 3 trilhões de dólares por ano até 2030. Em países com prevalência de obesidade em torno de 30%, o cuidado com a doença pode consumir até 18% de todo o orçamento nacional de saúde.

Nesse cenário, a OMS afirma que não é mais suficiente insistir apenas em mensagens genéricas de mudança de estilo de vida. A obesidade é assumida como doença crônica que requer diagnóstico precoce, monitorização de complicações e um leque de intervenções que inclui abordagens comportamentais, farmacológicas, cirúrgicas e de organização de sistemas de saúde.

As terapias baseadas em GLP-1 surgiram inicialmente para o tratamento do diabetes tipo 2. Em 2005, a FDA aprovou os primeiros agonistas desse hormônio intestinal pela capacidade de aumentar a secreção de insulina dependente da glicose e reduzir a secreção de glucagon. Com o amadurecimento da pesquisa, ficou claro que esses medicamentos também atuavam no sistema nervoso central, especialmente em vias hipotalâmicas que regulam apetite, promovem saciedade e retardam o esvaziamento gástrico, levando a perda de peso relevante. Em 2015, isso culminou na aprovação da liraglutida 3,0 mg especificamente para manejo crônico do peso.

Desde então, a curva de evidências só se expandiu. Ensaios clínicos, revisões sistemáticas e estudos translacionais mostraram que as terapias GLP-1 e moléculas relacionadas não apenas promovem perda de peso, mas trazem benefícios em múltiplos desfechos: redução de eventos cardiovasculares maiores, melhora em insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada, prevenção de diabetes, redução de pressão arterial sistólica e de colesterol LDL, impacto na apneia obstrutiva do sono, doença arterial periférica, doenças renais, esteato-hepatite associada à disfunção metabólica e até em doenças neurodegenerativas. Em outubro de 2025, já havia 12 terapias de GLP-1 aprovadas para indicações em diabetes tipo 2 e/ou obesidade, e mais de 40 agentes em desenvolvimento, incluindo agonistas multirreceptor, com diferentes formulações e indicações.

É nesse contexto que a OMS formula sua diretriz. O processo seguiu o padrão adotado pela organização desde 2009, usando a metodologia GRADE para avaliar não apenas a qualidade da evidência, mas também valores e preferências das pessoas envolvidas, factibilidade, impacto em equidade, aceitabilidade e custo-efetividade. Um grupo de desenvolvimento de diretriz (GDG) multidisciplinar foi constituído com especialistas em obesidade, epidemiologia, manejo clínico, farmacologia, economia da saúde, programas de saúde pública e formulação de políticas, além de pessoas com experiência vivida de obesidade, que trouxeram perspectivas fundamentais sobre estigma, acesso e prioridades reais de cuidado. Procedimentos rigorosos de gestão de conflitos de interesse foram adotados para preservar a independência e a credibilidade das recomendações.

Nesse contexto, a OMS recomenda o uso de terapias GLP-1 como tratamento de longo prazo em adultos vivendo com obesidade. “Longo prazo” é definido, de acordo com a regulação vigente, como uso contínuo por seis meses ou mais. Foram conduzidas três revisões sistemáticas específicas para liraglutida, semaglutida e tirzepatida, mas o grupo optou por tratar as terapias GLP-1 como uma classe, dada a consistência de efeitos nos desfechos avaliados.

A diretriz deixa claro que, embora a eficácia em perda de peso e melhora de desfechos metabólicos seja robusta, ainda há lacunas importantes: dados limitados sobre eficácia e segurança em longo prazo, dúvidas sobre estratégias ótimas de titulação, manutenção e descontinuação, ensaios ainda em andamento que podem alterar o equilíbrio entre benefícios e riscos, além de um contexto de alto custo, sistemas de saúde pouco preparados e riscos de ampliação de desigualdades se o acesso ficar restrito a poucos grupos privilegiados.

A diretriz afirma que pessoas vivendo com obesidade devem receber aconselhamento sobre mudanças de estilo de vida, incluindo atividade física e alimentação saudável como etapa inicial e contínua do cuidado. Para pacientes que utilizam agonistas de GLP-1 ou agonistas duais GLP-1/GIP, esse aconselhamento deve servir como porta de entrada para uma terapia comportamental intensiva, desenhada para potencializar e sustentar os resultados clínicos.

As discussões do grupo também influenciaram diretamente a inclusão das terapias GLP-1 no nível da atenção primária e na Lista Modelo de Medicamentos Essenciais da OMS. A conclusão foi que essas terapias devem ser consideradas essenciais para um subgrupo de alto risco: pessoas vivendo com obesidade, diabetes tipo 2 e doença cardiovascular ou renal estabelecida. Essa priorização reconhece o potencial de benefício absoluto elevado nesses pacientes, ao mesmo tempo em que admite que, em um cenário de recursos limitados e oferta insuficiente, é necessário direcionar o uso às situações de maior impacto clínico.

O documento já antecipa outras frentes de pesquisa consideradas prioritárias: efeitos de longo prazo das terapias GLP-1 em doença renal, cognição, dependência e qualidade de vida; modelos de prestação de cuidado que maximizem impacto com os recursos disponíveis; identificação de preditores de resposta individual; e consequências clínicas e programáticas de diferentes estratégias de início, titulação, manutenção, descontinuação e eventual substituição dessas terapias. A diretriz também planeja incorporar evidências emergentes sobre componentes adicionais do cuidado multimodal, como nutrição terapêutica, abordagens de “comida como medicamento” e cirurgia metabólica e bariátrica, buscando sinergia entre essas intervenções e o uso dos GLP-1.

Ao final, a diretriz é apresentada como um primeiro passo e, ao mesmo tempo, como um chamado global. A disponibilidade das terapias GLP-1 torna realista a perspectiva de manejar e até reverter a obesidade ao longo do curso de vida, com intervenções precoces e sustentadas capazes de reduzir e possivelmente eliminar comorbidades em muitos indivíduos. A questão, segundo o texto, é se a comunidade internacional será capaz de transformar essa promessa em um marco de sucesso em saúde pública ou se permitirá que essa oportunidade histórica se perca em meio a desigualdades de acesso, inércia de sistemas e respostas reativas.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou pela primeira vez, uma diretriz sobre o uso de terapias agonistas de GLP-1 (glucagon-like peptide-1) para tratamento de adultos com obesidade. A diretriz consolida uma mudança de paradigma em que a obesidade deixa de ser vista apenas como resultado de “estilo de vida” e passa a ser tratada como uma doença crônica, recidivante, complexa e que exige cuidado ao longo de toda a vida.

A OMS descreve a obesidade como resultado de interações entre genética, neurobiologia e comportamento alimentar, somadas a ambientes obesogênicos marcados por mudanças no padrão alimentar, na atividade física, nos estilos de vida e pela globalização e industrialização da produção e do marketing de alimentos. O impacto já é mensurável em escala planetária: mais de 1 bilhão de pessoas vivem hoje com obesidade, e, em 2024, houve 3,7 milhões de mortes relacionadas à obesidade por doenças crônicas não transmissíveis, correspondendo a 12% de todos os óbitos por doenças crônicas não transmissíveis no mundo. Os custos globais são projetados em 3 trilhões de dólares por ano até 2030. Em países com prevalência de obesidade em torno de 30%, o cuidado com a doença pode consumir até 18% de todo o orçamento nacional de saúde.

Nesse cenário, a OMS afirma que não é mais suficiente insistir apenas em mensagens genéricas de mudança de estilo de vida. A obesidade é assumida como doença crônica que requer diagnóstico precoce, monitorização de complicações e um leque de intervenções que inclui abordagens comportamentais, farmacológicas, cirúrgicas e de organização de sistemas de saúde.

As terapias baseadas em GLP-1 surgiram inicialmente para o tratamento do diabetes tipo 2. Em 2005, a FDA aprovou os primeiros agonistas desse hormônio intestinal pela capacidade de aumentar a secreção de insulina dependente da glicose e reduzir a secreção de glucagon. Com o amadurecimento da pesquisa, ficou claro que esses medicamentos também atuavam no sistema nervoso central, especialmente em vias hipotalâmicas que regulam apetite, promovem saciedade e retardam o esvaziamento gástrico, levando a perda de peso relevante. Em 2015, isso culminou na aprovação da liraglutida 3,0 mg especificamente para manejo crônico do peso.

Desde então, a curva de evidências só se expandiu. Ensaios clínicos, revisões sistemáticas e estudos translacionais mostraram que as terapias GLP-1 e moléculas relacionadas não apenas promovem perda de peso, mas trazem benefícios em múltiplos desfechos: redução de eventos cardiovasculares maiores, melhora em insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada, prevenção de diabetes, redução de pressão arterial sistólica e de colesterol LDL, impacto na apneia obstrutiva do sono, doença arterial periférica, doenças renais, esteato-hepatite associada à disfunção metabólica e até em doenças neurodegenerativas. Em outubro de 2025, já havia 12 terapias de GLP-1 aprovadas para indicações em diabetes tipo 2 e/ou obesidade, e mais de 40 agentes em desenvolvimento, incluindo agonistas multirreceptor, com diferentes formulações e indicações.

É nesse contexto que a OMS formula sua diretriz. O processo seguiu o padrão adotado pela organização desde 2009, usando a metodologia GRADE para avaliar não apenas a qualidade da evidência, mas também valores e preferências das pessoas envolvidas, factibilidade, impacto em equidade, aceitabilidade e custo-efetividade. Um grupo de desenvolvimento de diretriz (GDG) multidisciplinar foi constituído com especialistas em obesidade, epidemiologia, manejo clínico, farmacologia, economia da saúde, programas de saúde pública e formulação de políticas, além de pessoas com experiência vivida de obesidade, que trouxeram perspectivas fundamentais sobre estigma, acesso e prioridades reais de cuidado. Procedimentos rigorosos de gestão de conflitos de interesse foram adotados para preservar a independência e a credibilidade das recomendações.

Nesse contexto, a OMS recomenda o uso de terapias GLP-1 como tratamento de longo prazo em adultos vivendo com obesidade. “Longo prazo” é definido, de acordo com a regulação vigente, como uso contínuo por seis meses ou mais. Foram conduzidas três revisões sistemáticas específicas para liraglutida, semaglutida e tirzepatida, mas o grupo optou por tratar as terapias GLP-1 como uma classe, dada a consistência de efeitos nos desfechos avaliados.

A diretriz deixa claro que, embora a eficácia em perda de peso e melhora de desfechos metabólicos seja robusta, ainda há lacunas importantes: dados limitados sobre eficácia e segurança em longo prazo, dúvidas sobre estratégias ótimas de titulação, manutenção e descontinuação, ensaios ainda em andamento que podem alterar o equilíbrio entre benefícios e riscos, além de um contexto de alto custo, sistemas de saúde pouco preparados e riscos de ampliação de desigualdades se o acesso ficar restrito a poucos grupos privilegiados.

A diretriz afirma que pessoas vivendo com obesidade devem receber aconselhamento sobre mudanças de estilo de vida, incluindo atividade física e alimentação saudável como etapa inicial e contínua do cuidado. Para pacientes que utilizam agonistas de GLP-1 ou agonistas duais GLP-1/GIP, esse aconselhamento deve servir como porta de entrada para uma terapia comportamental intensiva, desenhada para potencializar e sustentar os resultados clínicos.

As discussões do grupo também influenciaram diretamente a inclusão das terapias GLP-1 no nível da atenção primária e na Lista Modelo de Medicamentos Essenciais da OMS. A conclusão foi que essas terapias devem ser consideradas essenciais para um subgrupo de alto risco: pessoas vivendo com obesidade, diabetes tipo 2 e doença cardiovascular ou renal estabelecida. Essa priorização reconhece o potencial de benefício absoluto elevado nesses pacientes, ao mesmo tempo em que admite que, em um cenário de recursos limitados e oferta insuficiente, é necessário direcionar o uso às situações de maior impacto clínico.

O documento já antecipa outras frentes de pesquisa consideradas prioritárias: efeitos de longo prazo das terapias GLP-1 em doença renal, cognição, dependência e qualidade de vida; modelos de prestação de cuidado que maximizem impacto com os recursos disponíveis; identificação de preditores de resposta individual; e consequências clínicas e programáticas de diferentes estratégias de início, titulação, manutenção, descontinuação e eventual substituição dessas terapias. A diretriz também planeja incorporar evidências emergentes sobre componentes adicionais do cuidado multimodal, como nutrição terapêutica, abordagens de “comida como medicamento” e cirurgia metabólica e bariátrica, buscando sinergia entre essas intervenções e o uso dos GLP-1.

Ao final, a diretriz é apresentada como um primeiro passo e, ao mesmo tempo, como um chamado global. A disponibilidade das terapias GLP-1 torna realista a perspectiva de manejar e até reverter a obesidade ao longo do curso de vida, com intervenções precoces e sustentadas capazes de reduzir e possivelmente eliminar comorbidades em muitos indivíduos. A questão, segundo o texto, é se a comunidade internacional será capaz de transformar essa promessa em um marco de sucesso em saúde pública ou se permitirá que essa oportunidade histórica se perca em meio a desigualdades de acesso, inércia de sistemas e respostas reativas.

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Um estudo da Duke University School of Medicine , publicado em 19 de setembro na revista Science Advances , acaba de trazer um novo entendimento sobre como o corpo regula a

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Um estudo da Duke University School of Medicine, publicado em 19 de setembro na revista Science Advances, acaba de trazer um novo entendimento sobre como o corpo regula a glicose. Pesquisadores descobriram que as células alfa do pâncreas, historicamente conhecidas por produzir apenas glucagon, também são capazes de produzir quantidades significativas de GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon-1), o mesmo hormônio que é imitado por medicamentos populares como semaglutida (Ozempic, Wegovy) e tirzepatida (Mounjaro).

\n

Mais surpreendente ainda: quando a produção de glucagon é bloqueada, as células alfa parecem “trocar de marcha”, aumentando a produção de GLP-1, o que leva a uma maior liberação de insulina e a um melhor controle glicêmico.

\n

Como o estudo foi conduzido

\n

A equipe liderada pelo cientista Jonathan Campbell, PhD, analisou tecido pancreático de humanos e camundongos de diferentes idades, pesos corporais e status glicêmico, usando uma técnica avançada de espectrometria de massas para medir apenas a forma bioativa de GLP-1, a que realmente estimula a produção de insulina. Essa abordagem solucionou um problema antigo de pesquisa: métodos convencionais frequentemente detectavam fragmentos inativos do hormônio, gerando resultados pouco confiáveis.

\n

Os achados mostraram que:

\n\n

O que isso significa para o tratamento do diabetes

\n

Essas descobertas sugerem que o pâncreas tem um “plano B” embutido para ajudar no controle glicêmico: quando a sinalização pelo glucagon falha, as células alfa são capazes de aumentar a produção de GLP-1 e estimular as células beta a secretarem insulina.

\n

Para pessoas com diabetes tipo 2, em que as células beta têm dificuldade em produzir insulina suficiente, estimular esse mecanismo natural poderia abrir novas estratégias terapêuticas. Em vez de apenas administrar medicamentos que imitam o GLP-1, no futuro pode ser possível potencializar a produção endógena desse hormônio diretamente nas células alfa.

\n

Desafios e próximos passos

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Apesar de promissor, o aumento natural de GLP-1 pelas células alfa em resposta a estressores metabólicos, como dieta rica em gordura, é modesto. O desafio científico agora é descobrir como amplificar esse mecanismo de forma segura e eficaz em humanos.

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Segundo Campbell, “a capacidade das células alfa de mudar seu perfil hormonal para apoiar as células beta pode ser uma das chaves para manter o equilíbrio glicêmico”. O estudo reforça a importância de enxergar o pâncreas como um sistema integrado, em que diferentes tipos celulares trabalham juntos, e não apenas como produtores isolados de hormônios.

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Essa linha de pesquisa pode representar um marco no desenvolvimento de terapias mais fisiológicas para o diabetes tipo 2, aproveitando os próprios recursos do corpo para restaurar o controle da glicose.


Referência:

Duke University. \"Your pancreas may be making its own version of Ozempic.\" ScienceDaily. ScienceDaily, 21 September 2025. <www.sciencedaily.com/releases/2025/09/250920214455.htm>.


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Mais surpreendente ainda: quando a produção de glucagon é bloqueada, as células alfa parecem “trocar de marcha”, aumentando a produção de GLP-1, o que leva a uma maior liberação de insulina e a um melhor controle glicêmico.

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Como o estudo foi conduzido

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A equipe liderada pelo cientista Jonathan Campbell, PhD, analisou tecido pancreático de humanos e camundongos de diferentes idades, pesos corporais e status glicêmico, usando uma técnica avançada de espectrometria de massas para medir apenas a forma bioativa de GLP-1, a que realmente estimula a produção de insulina. Essa abordagem solucionou um problema antigo de pesquisa: métodos convencionais frequentemente detectavam fragmentos inativos do hormônio, gerando resultados pouco confiáveis.

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Os achados mostraram que:

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O que isso significa para o tratamento do diabetes

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Essas descobertas sugerem que o pâncreas tem um “plano B” embutido para ajudar no controle glicêmico: quando a sinalização pelo glucagon falha, as células alfa são capazes de aumentar a produção de GLP-1 e estimular as células beta a secretarem insulina.

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Para pessoas com diabetes tipo 2, em que as células beta têm dificuldade em produzir insulina suficiente, estimular esse mecanismo natural poderia abrir novas estratégias terapêuticas. Em vez de apenas administrar medicamentos que imitam o GLP-1, no futuro pode ser possível potencializar a produção endógena desse hormônio diretamente nas células alfa.

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Desafios e próximos passos

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Apesar de promissor, o aumento natural de GLP-1 pelas células alfa em resposta a estressores metabólicos, como dieta rica em gordura, é modesto. O desafio científico agora é descobrir como amplificar esse mecanismo de forma segura e eficaz em humanos.

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Segundo Campbell, “a capacidade das células alfa de mudar seu perfil hormonal para apoiar as células beta pode ser uma das chaves para manter o equilíbrio glicêmico”. O estudo reforça a importância de enxergar o pâncreas como um sistema integrado, em que diferentes tipos celulares trabalham juntos, e não apenas como produtores isolados de hormônios.

\n

Essa linha de pesquisa pode representar um marco no desenvolvimento de terapias mais fisiológicas para o diabetes tipo 2, aproveitando os próprios recursos do corpo para restaurar o controle da glicose.


Referência:

Duke University. \"Your pancreas may be making its own version of Ozempic.\" ScienceDaily. ScienceDaily, 21 September 2025. <www.sciencedaily.com/releases/2025/09/250920214455.htm>.


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Um estudo publicado na JAMA Network Open em 16 de outubro de 2024, traz novas perspectivas sobre o uso de agonistas do receptor de peptídeo-1 semelhante ao glucagon (GLP-1RAs) em adolescentes

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Um estudo publicado na JAMA Network Open em 16 de outubro de 2024, traz novas perspectivas sobre o uso de agonistas do receptor de peptídeo-1 semelhante ao glucagon (GLP-1RAs) em adolescentes. Desde a aprovação do liraglutide em 2019 para tratar diabetes tipo 2 em pré-adolescentes e adolescentes, outros medicamentos, como o exenatide e o semaglutide, também foram aprovados para estas faixas etárias.

A pesquisa, liderada por Margaret G. Miller e colaboradores, mostra um aumento expressivo de 600% na prescrição destes medicamentos entre 2020 e 2023 para pacientes de 12 a 25 anos. Este estudo visa compreender melhor as características demográficas e as comorbidades dos pacientes que recebem esses tratamentos.

🟦 A tabela ilustra as diferenças entre os pacientes que receberam sua primeira prescrição de agonistas do receptor GLP-1 e aqueles que tiveram uma consulta médica na mesma data, mas sem prescrição de GLP-1RAs: 

Fonte: Miller MG, Terebuh P, Kaelber DC, Xu R, Davis PB., 2024. JAMA

Métodos e Descobertas Principais:

Utilizando a plataforma TriNetX Analytics, que reúne registros eletrônicos de saúde de mais de 110 milhões de pacientes em 64 grandes organizações de saúde dos EUA, a pesquisa incluiu indivíduos entre 10 a 17 anos que receberam prescrições de GLP-1RAs entre 2019 e 2023. Foram comparados com controles da mesma idade que não receberam prescrições desses medicamentos.

Os resultados revelam que, comparativamente aos controles, os pacientes que receberam GLP-1RAs eram predominantemente do sexo feminino, e mais frequentemente negros ou hispânicos. Esses pacientes também tinham maior prevalência de diagnósticos prévios de diabetes tipo 2, síndrome metabólica, e um índice de massa corporal (IMC) no 95º percentil ou superior.

🟦 No gráfico é possível visualizar as prescrições de agonistas do receptor de peptídeo-1 semelhante ao glucagon (GLP-1RA) em populações pré-adolescentes e adolescentes, destacando as tendências e padrões de uso desses medicamentos:

Fonte: Miller MG, Terebuh P, Kaelber DC, Xu R, Davis PB., 2024. JAMA

Considerações sobre o Uso de GLP-1RAs:

O estudo destaca que o uso de GLP-1RAs nesta faixa etária com diagnóstico de diabetes tipo 1 é comum, embora esses medicamentos sejam aprovados principalmente para diabetes tipo 2 e obesidade. Isso sugere uma área de prática médica que requer mais diretrizes claras.

Apesar de revelar importantes tendências de prescrição e características dos pacientes, o estudo tem limitações, como a falta de dados sobre a indicação exata para a administração de GLP-1RAs e a duração do uso do medicamento. Os pesquisadores enfatizam a necessidade de compreender os impactos de longo prazo desses medicamentos nas dimensões física, mental e sociocultural.

O estudo serve como um ponto de partida para futuras investigações sobre as práticas de prescrição de GLP-1RAs e seus efeitos a longo prazo nesta faixa etária, ajudando a moldar um uso mais informado e responsável desses tratamentos importantes.

Referência:

Miller MG, Terebuh P, Kaelber DC, Xu R, Davis PB. Characterizing GLP-1 Receptor Agonist Use in Preadolescent and Adolescent Populations. JAMA Netw Open. 2024;7(10):e2439887. doi:10.1001/jamanetworkopen.2024.39887

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A pesquisa, liderada por Margaret G. Miller e colaboradores, mostra um aumento expressivo de 600% na prescrição destes medicamentos entre 2020 e 2023 para pacientes de 12 a 25 anos. Este estudo visa compreender melhor as características demográficas e as comorbidades dos pacientes que recebem esses tratamentos.

🟦 A tabela ilustra as diferenças entre os pacientes que receberam sua primeira prescrição de agonistas do receptor GLP-1 e aqueles que tiveram uma consulta médica na mesma data, mas sem prescrição de GLP-1RAs: 

Fonte: Miller MG, Terebuh P, Kaelber DC, Xu R, Davis PB., 2024. JAMA

Métodos e Descobertas Principais:

Utilizando a plataforma TriNetX Analytics, que reúne registros eletrônicos de saúde de mais de 110 milhões de pacientes em 64 grandes organizações de saúde dos EUA, a pesquisa incluiu indivíduos entre 10 a 17 anos que receberam prescrições de GLP-1RAs entre 2019 e 2023. Foram comparados com controles da mesma idade que não receberam prescrições desses medicamentos.

Os resultados revelam que, comparativamente aos controles, os pacientes que receberam GLP-1RAs eram predominantemente do sexo feminino, e mais frequentemente negros ou hispânicos. Esses pacientes também tinham maior prevalência de diagnósticos prévios de diabetes tipo 2, síndrome metabólica, e um índice de massa corporal (IMC) no 95º percentil ou superior.

🟦 No gráfico é possível visualizar as prescrições de agonistas do receptor de peptídeo-1 semelhante ao glucagon (GLP-1RA) em populações pré-adolescentes e adolescentes, destacando as tendências e padrões de uso desses medicamentos:

Fonte: Miller MG, Terebuh P, Kaelber DC, Xu R, Davis PB., 2024. JAMA

Considerações sobre o Uso de GLP-1RAs:

O estudo destaca que o uso de GLP-1RAs nesta faixa etária com diagnóstico de diabetes tipo 1 é comum, embora esses medicamentos sejam aprovados principalmente para diabetes tipo 2 e obesidade. Isso sugere uma área de prática médica que requer mais diretrizes claras.

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Referência:

Miller MG, Terebuh P, Kaelber DC, Xu R, Davis PB. Characterizing GLP-1 Receptor Agonist Use in Preadolescent and Adolescent Populations. JAMA Netw Open. 2024;7(10):e2439887. doi:10.1001/jamanetworkopen.2024.39887

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A obesidade é uma doença crônica e complexa que afeta diversos sistemas do corpo, elevando a mortalidade geral e específica de doenças cardiovasculares, além de reduzir a expectativa de vida. Nesse
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A obesidade é uma doença crônica e complexa que afeta diversos sistemas do corpo, elevando a mortalidade geral e específica de doenças cardiovasculares, além de reduzir a expectativa de vida. Nesse contexto, as cirurgias bariátricas metabólicas e os tratamentos com agonistas do receptor de peptídeo-1 semelhante ao glucagon (GLP-1RAs) têm se destacado como intervenções eficazes.

Um estudo publicado em JAMA Network Open em 07 de junho de 2024, comparou os resultados de mortalidade e eventos cardiovasculares adversos maiores  entre adultos obesos com diabetes, tratados através da cirurgia bariátrica metabólica ou GLP-1RAs, e trouxe evidências significativas sobre a eficácia dessas abordagens.

Principais Descobertas

O estudo observacional revelou que, entre indivíduos com obesidade e diabetes com duração de até 10 anos e sem histórico prévio de doença cardíaca isquêmica, acidente vascular cerebral isquêmico ou insuficiência cardíaca congestiva, o procedimento cirúrgico foi associada a uma redução de 62% na mortalidade em comparação com os GLP-1RAs, mesmo após ajustes para possíveis fatores de confusão. Essa associação foi significativamente mediada pela redução de peso.

Por outro lado, não foi observada diferença no risco de mortalidade entre os tratamentos para aqueles com duração de diabetes superior a 10 anos, nem no risco de eventos cardiovasculares adversos maiores\n\n entre todos os pacientes analisados. Esses resultados sugerem que a duração do diabetes pode interferir nos benefícios proporcionados pela perda de peso nas intervenções.

Mecanismos Potenciais e Implicações Clínicas

\n\nOs tratamentos com GLP-1RAs e cirurgia bariátrica metabólica reduzem os eventos cardiovasculares adversos maiores em comparação com o cuidado padrão, embora o estudo não tenha encontrado uma diferença direta entre os dois tratamentos em termos de eventos cardiovasculares adversos maiores não fatais. Isso indica que os benefícios dos GLP-1RAs na redução desses eventos podem ser independentes da perda de peso, possivelmente devido à mitigação de outros fatores de risco cardiovascular, como hipertensão, hiperlipidemia e hiperglicemia.\n\n

Limitações e Direções Futuras

\n\nO estudo enfrentou várias limitações devido ao seu design observacional, como a possibilidade de interferência residual e a não diferenciação entre tipos de cirurgias bariátricas e tipos de GLP-1RAs. Além disso, a aderência ao tratamento com GLP-1RAs não foi considerada, o que pode afetar os resultados.\n\n

Este estudo fornece insights sobre o impacto comparativo destes procedimentos cirúrgicos e dos tratamentos com GLP-1RAs em pacientes obesos com diabetes, especialmente aqueles com uma duração de doença mais curta. Embora ambos os tratamentos apresentem benefícios em termos de redução da mortalidade e \n\neventos cardiovasculares adversos maiores\n\n em comparação com o cuidado padrão, os resultados variam com a duração do diabetes, sugerindo a necessidade de uma abordagem personalizada no manejo dessa população.


👉🏻 Para aprofundar o seu conhecimento nos resultados deste estudo, disponibilizamos aqui o link de acesso ao estudo na íntegra


Referência:

\n\nDicker D, Sagy YW, Ramot N, et al. Bariatric Metabolic Surgery vs Glucagon-Like Peptide-1 Receptor Agonists and Mortality. JAMA Netw Open. 2024;7(6):e2415392. doi:10.1001/jamanetworkopen.2024.15392\n\n

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Um estudo publicado em JAMA Network Open em 07 de junho de 2024, comparou os resultados de mortalidade e eventos cardiovasculares adversos maiores  entre adultos obesos com diabetes, tratados através da cirurgia bariátrica metabólica ou GLP-1RAs, e trouxe evidências significativas sobre a eficácia dessas abordagens.

Principais Descobertas

O estudo observacional revelou que, entre indivíduos com obesidade e diabetes com duração de até 10 anos e sem histórico prévio de doença cardíaca isquêmica, acidente vascular cerebral isquêmico ou insuficiência cardíaca congestiva, o procedimento cirúrgico foi associada a uma redução de 62% na mortalidade em comparação com os GLP-1RAs, mesmo após ajustes para possíveis fatores de confusão. Essa associação foi significativamente mediada pela redução de peso.

Por outro lado, não foi observada diferença no risco de mortalidade entre os tratamentos para aqueles com duração de diabetes superior a 10 anos, nem no risco de eventos cardiovasculares adversos maiores\n\n entre todos os pacientes analisados. Esses resultados sugerem que a duração do diabetes pode interferir nos benefícios proporcionados pela perda de peso nas intervenções.

Mecanismos Potenciais e Implicações Clínicas

\n\nOs tratamentos com GLP-1RAs e cirurgia bariátrica metabólica reduzem os eventos cardiovasculares adversos maiores em comparação com o cuidado padrão, embora o estudo não tenha encontrado uma diferença direta entre os dois tratamentos em termos de eventos cardiovasculares adversos maiores não fatais. Isso indica que os benefícios dos GLP-1RAs na redução desses eventos podem ser independentes da perda de peso, possivelmente devido à mitigação de outros fatores de risco cardiovascular, como hipertensão, hiperlipidemia e hiperglicemia.\n\n

Limitações e Direções Futuras

\n\nO estudo enfrentou várias limitações devido ao seu design observacional, como a possibilidade de interferência residual e a não diferenciação entre tipos de cirurgias bariátricas e tipos de GLP-1RAs. Além disso, a aderência ao tratamento com GLP-1RAs não foi considerada, o que pode afetar os resultados.\n\n

Este estudo fornece insights sobre o impacto comparativo destes procedimentos cirúrgicos e dos tratamentos com GLP-1RAs em pacientes obesos com diabetes, especialmente aqueles com uma duração de doença mais curta. Embora ambos os tratamentos apresentem benefícios em termos de redução da mortalidade e \n\neventos cardiovasculares adversos maiores\n\n em comparação com o cuidado padrão, os resultados variam com a duração do diabetes, sugerindo a necessidade de uma abordagem personalizada no manejo dessa população.


👉🏻 Para aprofundar o seu conhecimento nos resultados deste estudo, disponibilizamos aqui o link de acesso ao estudo na íntegra


Referência:

\n\nDicker D, Sagy YW, Ramot N, et al. Bariatric Metabolic Surgery vs Glucagon-Like Peptide-1 Receptor Agonists and Mortality. JAMA Netw Open. 2024;7(6):e2415392. doi:10.1001/jamanetworkopen.2024.15392\n\n

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