{"status":200,"response":{"result":"RELATED_ARTICLES_RETRIEVED","data":[{"id":"5f0fb4e845cd0a0e04d865e9","updated":"2020-07-16T22:00:00.932Z","created":"2020-07-16T02:01:12.247Z","statuses":{"approval_status":"approved","publish_status":"published","visibility_status":"public","has_pending_changes":false,"is_pinned":false,"is_paywall_disabled":false,"scheduled_date":"2020-07-16T22:00:00.218Z","rejection_reason":null},"metadata":{"location":"home","location_slug":"blog","content_type":"post","publish_date":"2020-07-16T22:00:00.932Z","likes_count":6,"bookmarks_count":1,"comments_count":0,"score":"2020-07-17T04:00:00.932Z","sharing_title":"A Peste Bubônica, Shakespeare e algumas chicotadas","sharing_description":"Muito se fala em \"O flagelo da Peste\", mas poucos sabem como essa expressão pode ser literal... porque a peste tem sim tudo a ver com chicote!\nE, como não podia deixar de ser, esse períodoa deixou um grande legado na literatura e na arte.\nConfira mais no novo episódio do podcast Literatura Viral de Áureo Lustosa Guérios!","sharing_image":"https://58b04f5940c1474e557e363a.redesign.static-01.com/f/images/0a09558e028f8ec13f9f2b398ade40ba41550210.png","tag_ids":["5952d050a0036557a79a9e9d","5e9e336700dadc69b418a63c","5eb2bf6e863908638e8a72de","5f0fb4e845cd0a0e04d865e7","5f0fb4e845cd0a0e04d865e8"],"author_user_id":"5c640f8b274efc7996eb0f8f","moderator_user_id":null,"project_id":"58b04f5940c1474e557e363a","course_id":null,"course_module_id":null,"group_id":null,"version":1,"tags":[{"id":"5f0fb4e845cd0a0e04d865e8","title":"Medicina e Arte","slug":"medicina-e-arte","project_id":"58b04f5940c1474e557e363a"},{"id":"5952d050a0036557a79a9e9d","title":"Humanidades Médicas","slug":"humanidades-medicas","fixed":0,"app_id":"56e066bd9cbb047348354ea6","account_id":"58b04e55e9dd6944b5ee4daf","project_id":"58b04f5940c1474e557e363a"},{"id":"5eb2bf6e863908638e8a72de","title":"Historia da Ciencia","slug":"historia-da-ciencia","project_id":"58b04f5940c1474e557e363a"},{"id":"5e9e336700dadc69b418a63c","title":"Medicina Narrativa","slug":"medicina-narrativa","project_id":"58b04f5940c1474e557e363a"},{"id":"5f0fb4e845cd0a0e04d865e7","title":"Historia da Arte","slug":"historia-da-arte","project_id":"58b04f5940c1474e557e363a"}]},"content":{"title":"A Peste Bubônica, Shakespeare e algumas chicotadas","slug":"a-peste-bubonica-shakespeare-e-algumas-chicotadas","cover_image":"https://58b04f5940c1474e557e363a.redesign.static-01.com/l/images/80775917fff18bc861cf3171800ccc9f680d2dcd.png","headline":"Muito se fala em \"O flagelo da Peste\", mas poucos sabem como essa expressão pode ser literal... porque a peste tem sim tudo a ver com chicote!No episódio #22 do","main_content":"
Muito se fala em \"O flagelo da Peste\", mas poucos sabem como essa expressão pode ser literal... porque a peste tem sim tudo a ver com chicote!
No episódio #22 do podcast Literatura Viral se fala da a Peste Bubônica, a Imperatriz de todas as epidemias.
A Peste causou um impacto tão profundo nas mentalidades que até hoje ela continua sendo imaginada como o maior dos males. Como não podia deixar de ser, ela deixou um grande legado na literatura e na arte.
Neste episódio, começamos falando de Camus, passamos ao Boccaccio e, em seguida, Shakespeare.
Mencionamos até \"O Alquimista\", mas não o de Paulo Coelho e sim o de Ben Johnson de 1610... Em seguida falamos sobre a bactéria que causou todo esse caos e de como ela se aproveita de pulgas e roedores inocentes para se espalhar.
Por fim, discutimos como grupos de peregrinos flagelantes buscavam se livrar da peste no século XIV na base da porrada. Ou melhor: da chicotada. A auto flagelação estava na moda a essas alturas. Mas há um twist: quem imaginaria que o Ku Klux Klan e o nazismo se inspirou nesse movimento religioso? Como assim?
Confira no Spotify, Apple podcast, Google podcast, Deezer ou no seu browser mesmo.
Quer escrever?
Publique seu artigo na Academia Médica e faça parte de uma comunidade crescente de mais de 186 mil médicos, acadêmicos, pesquisadores e profissionais da saúde. Clique no botão \"NOVO POST\" no alto da página!
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No episódio #22 do podcast Literatura Viral se fala da a Peste Bubônica, a Imperatriz de todas as epidemias.
A Peste causou um impacto tão profundo nas mentalidades que até hoje ela continua sendo imaginada como o maior dos males. Como não podia deixar de ser, ela deixou um grande legado na literatura e na arte.
Neste episódio, começamos falando de Camus, passamos ao Boccaccio e, em seguida, Shakespeare.
Mencionamos até \"O Alquimista\", mas não o de Paulo Coelho e sim o de Ben Johnson de 1610... Em seguida falamos sobre a bactéria que causou todo esse caos e de como ela se aproveita de pulgas e roedores inocentes para se espalhar.
Por fim, discutimos como grupos de peregrinos flagelantes buscavam se livrar da peste no século XIV na base da porrada. Ou melhor: da chicotada. A auto flagelação estava na moda a essas alturas. Mas há um twist: quem imaginaria que o Ku Klux Klan e o nazismo se inspirou nesse movimento religioso? Como assim?
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Há dias em que gostaríamos de responder \"Sigam a ciência, sigam a ciência!\" a 80% dos contatos do WhatsApp. Há poucas exortações que são tão urgentes em um contexto em que o factual e o científico perderam espaço para o achismo ou o \"ouvi no youtube\". Trump recomenda injetar desinfetante come prevenção ao Coronavírus (?!) e centenas o obedecem (??!!). Parece ficção, mas, infelizmente, não é.
Curiosamente, a Ficção Científica é menos exorbitante do que a realidade, preocupando-se por quase dois mil anos - sim, ela é velha desse jeito meus amigos - em narrar viagens à Lua.
No novo episódio do podcast Literatura Viral, discute-se a história desse gênero de um jeito que você nunca viu: começamos na Grécia Antiga, testemunhando uma batalha entre dois exércitos alienígenas no século II; passamos em seguida para o Japão do ano mil, quando ETs chegam à Terra em um Bambu Voador (what?); depois falamos da produção de dois importantes filósofos muçulmanos em torno de 1200; voltando finalmente à Europa para discutir a ficção - sim, a ficção - de Johanes Kepler.
Prepare-se para um episódio repleto de trava-línguas e nomes divertidos, em que abordamos Frankenstein (1818) e A Guerra dos Mundos (1897), a descoberta da eletricidade, a família do autor de Admirável Mundo Novo (1932) e mais!
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Curiosamente, a Ficção Científica é menos exorbitante do que a realidade, preocupando-se por quase dois mil anos - sim, ela é velha desse jeito meus amigos - em narrar viagens à Lua.
No novo episódio do podcast Literatura Viral, discute-se a história desse gênero de um jeito que você nunca viu: começamos na Grécia Antiga, testemunhando uma batalha entre dois exércitos alienígenas no século II; passamos em seguida para o Japão do ano mil, quando ETs chegam à Terra em um Bambu Voador (what?); depois falamos da produção de dois importantes filósofos muçulmanos em torno de 1200; voltando finalmente à Europa para discutir a ficção - sim, a ficção - de Johanes Kepler.
Prepare-se para um episódio repleto de trava-línguas e nomes divertidos, em que abordamos Frankenstein (1818) e A Guerra dos Mundos (1897), a descoberta da eletricidade, a família do autor de Admirável Mundo Novo (1932) e mais!
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Desde pequena sempre amei estar entre a natureza. Ter contato com os animais, andar sem sapatos, comer frutas direto do pé, ouvir o murmulho das folhas das árvores ao vento, o canto das aves, o cheiro do riacho correndo no meio das pedras. Criada em um apartamento no meio de Curitiba, sempre percebi o quanto me sentia completa ao entrar em um bosque ou dar uma caminhada no parque. Hoje em dia sei que isso tem até nome: \"Forest Bathing\", ou Banho de floresta, em português, termo derivado de \"shinrin-yoku\", nome japonês a este tipo de ecoterapia.
Durante o ensino médio, me decidi por prestar o vestibular de Biologia. Em 2010, estava eu ingressando no curso que eu tanto queria fazer, na Universidade Federal do Paraná. Acredito que grande parte das crianças já tiveram o sonho de trabalhar com golfinhos, e comigo não foi diferente. A chamada \"megafauna carismática\" é algo que realmente chama a atenção, nos cativa e tem apelo emocional. Ou você já viu alguma ONG pedindo doações para combater a ameaça à extinção de coccinelídeos nativos causada pela introdução de joaninhas asiáticas?
No começo do curso, já sofri aquele balde de água fria: primeiro ano e já tive contato com Cálculo Diferencial e Integral, Química, Física, Biofísica, Bioquímica, Metodologia Científica, Microbiologia, Biologia Celular, Anatomia Comparada. E eu achando que ia aprender sobre golfinhos. Não que eu não os tenha estudado, pois eventualmente me deparei com eles na disciplina de Metazoa 4, no terceiro ano, e fiz diversos cursos de campo sobre cetáceos. Continuo amando a megafauna, mas também aprendi a amar todos os outros objetos de estudo das Ciências Biológicas. Ao longo do curso, pude estudar com profundidade toda a variabilidade genética, morfofisiológica e ecológica do fitoplâncton, sequenciar o genoma de bactérias de uma amostra de solo, estudar doenças humanas e animais, aprender sobre o funcionamento do nosso sistema imune, trabalhar com estudos ecológicos, entrar em cavernas e capturar morcegos, e estudar fósseis de bilhões de anos. Também pude me aprofundar em diversos temas ligados à educação, já que, além do bacharelado, também segui a licenciatura.
Terminada a graduação e ainda incerta do meu futuro profissional, decidi cursar uma pós-graduação em Gestão Ambiental, pois senti que alguns temas ligados ao mercado e a áreas paralelas como as engenharias, agronomia, veterinária e administração me eram falhos. Embora eu tenha aprendido muito e tenha me conectado com muitas pessoas especiais, ainda não estava satisfeita, e já estava desanimada sobre a possibilidade de ter um real propósito e fazer a diferença positiva no planeta.
Com 25 anos me vi iniciando a minha segunda graduação, então em Medicina. Eu já sabia que o caminho não seria fácil, mas o que me esperava estava muito além de tudo o que eu havia imaginado. Já nas primeiras semanas, pude observar, com tristeza, a quase constante competição por desempenho que existe entre os alunos e que os acompanhará até muito depois da formatura. O brilho nos olhos dos alunos, animados por terem conquistado a tão sonhada vaga em Medicina na UFPR após árduos anos de cursinho, era apagado no primeiro comentário humilhante de algum professor. No terceiro ano fui pega de surpresa por uma pandemia que paralisou o curso por 6 meses e fez com que toda a estrutura de um curso basicamente prático tivesse que ser revista e adaptada, e até agora estamos sentindo os efeitos deste atraso. No segundo ano presenciei o primeiro óbito de um paciente, e também precisei dar um passo atrás e perceber que eu também estava ficando doente.
Ao dar este passo para trás, precisei ressignificar muitas coisas na minha vida e trajetória. Lembrei daquela menina que adorava andar descalça na terra recém molhada pela chuva, estudar sobre os animais mais venenosos do planeta e sobre a maneira como as ações humanas predatórias estão destruindo a nossa casa e, mais importante, o que podemos fazer para contornar a situação. Descobri que, como bióloga, posso contribuir muito na medicina, uma vez que, sob uma perspectiva mais ampla, nós dividimos a Terra com milhões de outras espécies e que, assim como Fritjof Capra nos ensina em seus livros, os seres humanos estão profundamente ligados à teia da vida em nosso planeta. Isso demonstra a necessidade de reorganizarmos o mundo segundo um conjunto de crenças e valores que não tenha o acúmulo de riquezas por único sustentáculo, e isso não só para o bem-estar das organizações humanas, mas para a sobrevivência e sustentabilidade do planeta como um todo.
Hoje vejo que biólogos e médicos têm muitas características em comum: curiosidade, vontade de investigar, um pouco de teimosia, é verdade, mas o mais importante: o desejo de melhorar a vida das pessoas e de tornar o mundo um lugar mais acolhedor e com um futuro mais próspero. Todos nós temos paixão pela vida. Ficam aqui os meus parabéns aos colegas de profissão, com uma citação de Lynn Margulis, bióloga que tanto contribuiu para a Biologia, Medicina e ciência.
“A pergunta \"O que é vida?\" é uma armadilha linguística. Para respondê-la de acordo com as regras gramaticais, devemos fornecer um substantivo, uma coisa. Mas a vida na Terra assemelha-se mais a um verbo. Ela conserta, sustenta, recria e supera a si mesma.”
Quantos anos você pode ganhar adotando um estilo de vida saudável?
Não usem o clichê \"Sinto muito, infelizmente o paciente foi a óbito”
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Desde pequena sempre amei estar entre a natureza. Ter contato com os animais, andar sem sapatos, comer frutas direto do pé, ouvir o murmulho das folhas das árvores ao vento, o canto das aves, o cheiro do riacho correndo no meio das pedras. Criada em um apartamento no meio de Curitiba, sempre percebi o quanto me sentia completa ao entrar em um bosque ou dar uma caminhada no parque. Hoje em dia sei que isso tem até nome: \"Forest Bathing\", ou Banho de floresta, em português, termo derivado de \"shinrin-yoku\", nome japonês a este tipo de ecoterapia.
Durante o ensino médio, me decidi por prestar o vestibular de Biologia. Em 2010, estava eu ingressando no curso que eu tanto queria fazer, na Universidade Federal do Paraná. Acredito que grande parte das crianças já tiveram o sonho de trabalhar com golfinhos, e comigo não foi diferente. A chamada \"megafauna carismática\" é algo que realmente chama a atenção, nos cativa e tem apelo emocional. Ou você já viu alguma ONG pedindo doações para combater a ameaça à extinção de coccinelídeos nativos causada pela introdução de joaninhas asiáticas?
No começo do curso, já sofri aquele balde de água fria: primeiro ano e já tive contato com Cálculo Diferencial e Integral, Química, Física, Biofísica, Bioquímica, Metodologia Científica, Microbiologia, Biologia Celular, Anatomia Comparada. E eu achando que ia aprender sobre golfinhos. Não que eu não os tenha estudado, pois eventualmente me deparei com eles na disciplina de Metazoa 4, no terceiro ano, e fiz diversos cursos de campo sobre cetáceos. Continuo amando a megafauna, mas também aprendi a amar todos os outros objetos de estudo das Ciências Biológicas. Ao longo do curso, pude estudar com profundidade toda a variabilidade genética, morfofisiológica e ecológica do fitoplâncton, sequenciar o genoma de bactérias de uma amostra de solo, estudar doenças humanas e animais, aprender sobre o funcionamento do nosso sistema imune, trabalhar com estudos ecológicos, entrar em cavernas e capturar morcegos, e estudar fósseis de bilhões de anos. Também pude me aprofundar em diversos temas ligados à educação, já que, além do bacharelado, também segui a licenciatura.
Terminada a graduação e ainda incerta do meu futuro profissional, decidi cursar uma pós-graduação em Gestão Ambiental, pois senti que alguns temas ligados ao mercado e a áreas paralelas como as engenharias, agronomia, veterinária e administração me eram falhos. Embora eu tenha aprendido muito e tenha me conectado com muitas pessoas especiais, ainda não estava satisfeita, e já estava desanimada sobre a possibilidade de ter um real propósito e fazer a diferença positiva no planeta.
Com 25 anos me vi iniciando a minha segunda graduação, então em Medicina. Eu já sabia que o caminho não seria fácil, mas o que me esperava estava muito além de tudo o que eu havia imaginado. Já nas primeiras semanas, pude observar, com tristeza, a quase constante competição por desempenho que existe entre os alunos e que os acompanhará até muito depois da formatura. O brilho nos olhos dos alunos, animados por terem conquistado a tão sonhada vaga em Medicina na UFPR após árduos anos de cursinho, era apagado no primeiro comentário humilhante de algum professor. No terceiro ano fui pega de surpresa por uma pandemia que paralisou o curso por 6 meses e fez com que toda a estrutura de um curso basicamente prático tivesse que ser revista e adaptada, e até agora estamos sentindo os efeitos deste atraso. No segundo ano presenciei o primeiro óbito de um paciente, e também precisei dar um passo atrás e perceber que eu também estava ficando doente.
Ao dar este passo para trás, precisei ressignificar muitas coisas na minha vida e trajetória. Lembrei daquela menina que adorava andar descalça na terra recém molhada pela chuva, estudar sobre os animais mais venenosos do planeta e sobre a maneira como as ações humanas predatórias estão destruindo a nossa casa e, mais importante, o que podemos fazer para contornar a situação. Descobri que, como bióloga, posso contribuir muito na medicina, uma vez que, sob uma perspectiva mais ampla, nós dividimos a Terra com milhões de outras espécies e que, assim como Fritjof Capra nos ensina em seus livros, os seres humanos estão profundamente ligados à teia da vida em nosso planeta. Isso demonstra a necessidade de reorganizarmos o mundo segundo um conjunto de crenças e valores que não tenha o acúmulo de riquezas por único sustentáculo, e isso não só para o bem-estar das organizações humanas, mas para a sobrevivência e sustentabilidade do planeta como um todo.
Hoje vejo que biólogos e médicos têm muitas características em comum: curiosidade, vontade de investigar, um pouco de teimosia, é verdade, mas o mais importante: o desejo de melhorar a vida das pessoas e de tornar o mundo um lugar mais acolhedor e com um futuro mais próspero. Todos nós temos paixão pela vida. Ficam aqui os meus parabéns aos colegas de profissão, com uma citação de Lynn Margulis, bióloga que tanto contribuiu para a Biologia, Medicina e ciência.
“A pergunta \"O que é vida?\" é uma armadilha linguística. Para respondê-la de acordo com as regras gramaticais, devemos fornecer um substantivo, uma coisa. Mas a vida na Terra assemelha-se mais a um verbo. Ela conserta, sustenta, recria e supera a si mesma.”
Quantos anos você pode ganhar adotando um estilo de vida saudável?
Não usem o clichê \"Sinto muito, infelizmente o paciente foi a óbito”
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