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Abramge apoia suspensão dos procedimentos eletivos

Abramge apoia suspensão dos procedimentos eletivos

 

A Abramge (Associação Brasileira de planos de saúde) apoia a suspensão da realização de procedimentos eletivos nas regiões críticas do país por causa da pandemia de coronavírus.

Os procedimentos eletivos são todos aqueles que podem ser adiados sem prejuízo à saúde do paciente.

Leia a carta divulgada pela Ambramge na íntegra

São Paulo, 24 de março de 2021 - Frente à gravidade do atual cenário da pandemia da Covid-19 no Brasil e aos desafios impostos ao sistema de saúde nacional, a Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde), até mesmo em atenção ao exposto pelo CONASS (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e CONASEMS (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde), apoia a iniciativa de suspensão imediata da realização de procedimentos eletivos adiáveis, nas regiões críticas do país, onde os insumos necessários para o correto atendimento estão escassos e a rede hospitalar sobrecarregada.

 

A suspensão dos procedimentos eletivos visa à segurança dos próprios beneficiários de planos de saúde e da sociedade devido ao altíssimo risco de contaminação. Além disso, a medida preza pela otimização do uso de leitos, de medicamentos, de anestésicos e até dos estoques de sangue, com propósito de priorizar quem realmente necessita neste momento tão crítico.

Abramge reforça que todos os atendimentos de urgência e emergência, cuja não realização possa causar dano ao paciente, tais como as oncológicas e cardíacas, e de suspeitas de Covid-19 devem ocorrer normalmente.

Infelizmente, a abertura de leitos hospitalares e a contratação de profissionais de saúde não conseguem acompanhar o ritmo do contágio, e a falta de medicamentos tem demandado esforços tanto da iniciativa privada como de associações e do próprio governo para agilizar o abastecimento dos insumos utilizados para manter os pacientes anestesiados e intubados.

Abramge enfatiza que é fundamental a população estar atenta e seguir as orientações das autoridades de saúde. Em caso de haver sintomas, o associado deve entrar em contato com a sua operadora para obter o melhor direcionamento para atendimento e não esperar o agravamento do quadro. Cerca de 90% dos casos são resolvidos pelo acesso à telessaúde, sem risco de exposição do paciente ou dos prestadores de saúde.

O distanciamento social e as demais medidas preventivas já tão divulgadas – uso correto de máscara, higienização frequente das mãos com água e sabão ou com álcool em gel, manutenção do ambiente bem ventilado e limpo – continuam apresentando os melhores resultados no combate ao coronavírus. Assim que houver suspeita de Covid-19, o paciente deve ficar em isolamento e identificar as pessoas com as quais teve contato, para barrar a cadeia de transmissão do vírus.

Sobre a Abramge

A Abramge é uma entidade sem fins lucrativos que representa institucionalmente as empresas privadas de assistência à saúde do segmento de Medicina de Grupo, junto aos órgãos federais, estaduais e municipais, em atuação no território nacional. Atualmente, a modalidade cobre 22,7 milhões de beneficiários, ou seja, 31% dos cerca de 70 milhões de clientes da Saúde Suplementar brasileira. O chamado Sistema Abramge engloba ainda o Sindicato das Empresas de Medicina de Grupo (Sinamge), o Sindicato das Empresas de Odontologia de Grupo (Sinog) e a Universidade Corporativa Abramge (UCA).

Fonte: Assessoria de imprensa: Agência Fato Relevante

Academia Médica
Ana Leticia Boeno
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Gerente de conteúdo da Academia Médica. Formada em letras e mestranda em psicolinguística (UFSC).

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