[ editar artigo]

A internet como ferramenta para diagnóstico

A internet como ferramenta para diagnóstico

Um em cada 3 americanos descobriu algum diagnóstico na internet

35% da população adulta dos Estados Unidos disserem que já recorreram a internet especificadamente para descobrir qual o diagnóstico que uma pessoa provavelmente possuía.

Esses achados foram quantificados por um estudo da Pew Research Center's Internet & American Life Project. A essas pessoas podemos dar o nome de online diagnosers.

Quando perguntados se a informação obtida na internet os levou a procurar um médico, apenas 46% respondeu que esse era o caso. Trinta e oito por cento respondeu que a informação obtida os levavam a achar que "era algo que eles podiam cuidar em casa"  e 11% responderam ambas as alternativas.

Quando foi perguntada sobre a acurácia dos diagnósticos obtidos:

  • 41% disseram que um médico confirmou o diagnóstico. Um adicional de 2% disse que os médicos confirmaram o diagnóstico parcialmente

  • 35% não procurou um médico para ter uma opinião profissional

  • 18% consultaram um médico e este não concordou com o diagnóstico prévio ou tiveram uma opinião diferente

  • 1% falaram que a consulta médica foi inconclusiva

Mulheres são mais propícias do que homens na procura por um diagnóstico possível. o grupo pode ser visto como pessoas jóvens, brancas, com casa própria, que ganham mais de 75 mil dólares ou mais e possuem ensino superior.

É importante verificar o que esses dados significam ou não significam.Esse estudo não foi desenhado para verificar se a internet é boa ou ruim na atenção a saúde. Ele apenas mede a atividade desse tipo de informação

O mesmo estudo mostrou que os médicos ainda são a fonte procurada quando há um evento grave contra a saúde dos americanos.

Clínicos ainda são o principal meio de informação quando há episódios sérios contra a saúde - o cuidado e a conversação tomam a frente, na maioria das vezes offline

Foi perguntado como os participantes procederam na última vez que tiveram algum acometimento grave, para quem recorreram e se foi online ou offline:

  • 70% obtiveram informações, cuidados e prosseguimento com um médico ou outro profissional de saúde

  • 60% recorreram a amigos ou família para obter algum tipo de informação

  • 24% obtiveram informações de pessoas que já tiveram o mesmo evento de saúde

A vasta maioria dessas conversações aconteceram offline, porém, um pequeno grupo, procurou essas fontes online. Ponderando que a maioria dos adultos consultam a internet quando tem questões de saúde, essas comunicações entre clínicos, família e pacientes com a mesma condição, podemos dizer que há uma fluída e inesgotável corrente de informações.

Continue lendo...

 

Oito em cada 10 questionamentos começam nos sites de pesquisa

 

 

Academia Médica
Fernando Carbonieri
Fernando Carbonieri Seguir

Empreendedor serial em saúde com cases de transformação digital reais que já impactam milhões de vidas. Crio uma arena de discussões para que o conhecimento seja compartilhado e construído para que a saúde e a medicina evoluam!

Ler conteúdo completo
Indicados para você