x� ky� ky�����=���������������������������� ky�� ky�Jy`��Qy���jy��jyY�F�:y��jy���jy���jy�� kyq��W��Q��P���������������������8C�C����h��Qy � ~� ;>Jy`��Qy(ܲUy���������������@�>�d�8 @�m�yk�y���jy�Q� �jyŢX� ky��'�jy��H�jyH$� ky�H��jy��� kyH ��jy�M��by�8 �jyH ��jy����jy� ��jy50��jy�x��jy��!�jyS �gyf@��jy��~ky�' ���jy�%h��jy� �jyH�m�jy�@Hky� �akyH ���jy� ��jy2p��jyO���jyH܂ kyH���jyH�Fky� PT�jy �}�jy�8� ky� (Fky4 ز ky- �� ky��A kyH�ukyS �jy?*��t� ������jy�[ k�y�~k�y�k�y�I@�����ILM � oQ o`�Co]o�o�opo�ppoo�k� o�omSpo�"o�p�,pa�ocpn@?o>p@ @`o^o�o�0_jy1_jyx1_jy�1_jy02_jy�2_jy_3_jy�3_jy�3_jyM4_jy�4_jy�4_jy5_jyJ5_jy�5_jy�5_jy�5_jy6_jy,6_jyG6_jyy6_jy�6_jy"7_jy]7_jy�7_jy�7_jy8_jyN8_jy�8_jy�8_jy�8_jy:9_jyb9_jy�9_jy�9_jyF:_jy�:_jy�:_jy&;_jyz;_jy�;_jy�;_jy�;_jy <_jy+<_jy O Caminho para uma melhor assistência ao idoso: Reflexões e Desafios - Academia Médica
Atividades
Notificações
Tags

Nenhuma notificação

Favoritos
VOLTAR

O Caminho para uma melhor assistência ao idoso: Reflexões e Desafios

O Caminho para uma melhor assistência ao idoso: Reflexões e Desafios
Fernando Carbonieri
jul. 16 - 4 min de leitura
0 1 0

No crescente desafio do envelhecimento populacional, a abordagem ao cuidado dos idosos precisa ser constantemente aprimorada. Dentre as estratégias disponíveis, destaca-se a implementação de práticas que já demonstraram eficácia em outros sistemas de saúde.

Neste sentido, chamamos atenção para o guia "Six Steps to Better Care for Older People" (Seis Etapas para um Melhor Cuidado para Idosos), produzido pela parceria entre o projeto Getting It Right First Time (GIRFT) e a British Geriatrics Society (BGS) do Reino Unido.

O guia propõe seis etapas críticas para otimizar o cuidado dos idosos, desde a detecção da fragilidade até a integração com a atenção primária e cuidados comunitários.

No entanto, sua aplicabilidade no contexto brasileiro exige reflexão e adaptações. Convidamos, então, os profissionais de saúde, diretores técnicos hospitalares e times de qualidade do cuidado a conhecerem e refletirem sobre esse documento, disponível na íntegra neste link.

  • A primeira etapa proposta pelo guia é a avaliação da fragilidade em todos os contextos, utilizando a Escala de Fragilidade Clínica (CFS, na sigla em inglês).
    • Esta medida é um desafio em nosso sistema de saúde, que ainda enfrenta dificuldades na identificação sistemática da fragilidade, mas abre espaço para a criação de estratégias que permitam essa identificação de maneira mais eficiente e precoce.
  • A segunda etapa envolve a prevenção de complicações, como delirium e descondicionamento físico hospitalar.
    • O guia destaca a importância de políticas hospitalares claras para mitigar esses problemas. Como estamos lidando com essas questões nos hospitais brasileiros? Será que as nossas políticas são claras e efetivas?
  • A terceira etapa baseia-se no princípio "Home First" (Casa Primeiro), indicando a necessidade de iniciar o planejamento de alta o mais rápido possível após a admissão.
    • Este ponto é particularmente desafiador em nosso contexto, onde os obstáculos para o desfecho da alta são frequentemente inúmeros e complexos.
  • A quarta etapa propõe a criação de um serviço de ligação cirúrgica baseado em evidências, focado em melhorar os resultados para idosos.
  • A quinta etapa enfatiza a necessidade de efetiva reabilitação recuperativa para idosos em todos os setores hospitalares e serviços comunitários vinculados. Por fim;
  • a sexta etapa realça o papel da atenção primária e dos cuidados comunitários no suporte à permanência dos idosos em suas residências habituais.

Vemos que muitos desses pontos requerem ajustes e transformações em nosso sistema de saúde. Porém, o debate sobre essa adequação é fundamental para proporcionar um cuidado cada vez melhor aos nossos idosos.

Após os resultados do senso de 2023, fica evidente o caminho do Brasil em se tornar uma nação mais idosa, entretanto, a formação dos profissionais (ainda criamos mais pediatras do que geriatras, por exemplo) e a conturbada transição econômica e cultural dos modelos de negócio de saúde, clamam por um outro olhar, buscando qualidade em saúde para todos, principalemnte para os idosos. 

Uma das abordagens para criar as soluções é o Service design e capacidade que o design thinking tem de entregar soluções inovadoras, não dispendiosas e desejáveis por todos. Muito legal promover essa inteligência e legados para o sistema de saúde, como, nós da Academia Médica estamos constantemente fazendo pelo projeto Legados ou pelos projetos de consultoria e educação corporativa. 

Mais do que isso, essa transição, para se tornar menos caótica, precisa de pessoas engajadas e com vontade de criar soluções efitivas. Nesse caso, esse caminho começa a ser trilhado com a apreciação desse documento que o NHS lançou e que você pode discutir aqui conosco. Aproveite!

Para saber um pouco mais da atividade da Academia Médica em nível corporativo, acesse:



Leia também: 


Referência: 

Getting It Right First Time. (2023). Six Steps to Better Care for Older People. https://gettingitrightfirsttime.co.uk/wp-content/uploads/2023/06/GIRFT-BGS-Six-Steps-to-Better-Care-for-Older-People-FINAL-V1-June-2023-1.pdf


Fernando Carbonieri

Médico, Diretor Executivo da Academia Médica, Grupo Academia Médica

Denunciar publicação
0 1 0

Indicados para você