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“Os Vingadores”: tecnologia, bioética e os riscos da desumanização

“Os Vingadores”: tecnologia, bioética e os riscos da desumanização

Sabe-se que, hodiernamente, problemas como o “melhoramento” da espécie humana e desenvolvimento de inteligências artificiais se mostram, em várias cenas de obras cinematográficas, como complexas e catastróficas, problemáticas essas que tal qual nos filmes vêm se fazendo cada vez mais presente na sociedade fora do mundo imaginário.

Nesse flerte, o texto visa a abordagem de questões relacionadas à responsabilidade, moral e ética, entre a espécie humana e a Pós-Humana, de forma comparada às abordadas nos filmes “Os Vingadores: Era de Ultron” e “Capitão América: Guerra Civil”, que anteveem, de certo modo, possíveis mudanças ocorridas na atualidade à função da nova ética, a ética do futuro.

 

O que é o “Pós-humanismo”?

Nietzsche aparentemente foi o primeiro a falar com sentido enfático na necessidade de menos tentar se aperfeiçoar do que se superar a espécie humana: é esse o sentido mais evidente de suas menções ao “supra-humano.” Registra-se, assim, o surgimento de um movimento pós-humanista, cuja força e interesse provêm do fato de estar parcialmente encaixado nas engrenagens empresariais e tecnológicas que estruturam nossa civilização.

“Nos próximos 50 anos, a inteligência artificial, a nanotecnologia, a engenharia genética e outras tecnologias permitirão aos seres humanos transcender as limitações do corpo. O ciclo da vida ultrapassará um século. Nossos sentidos e cognição serão ampliados. Ganharemos maior controle sobre nossas emoções e memória. Nossos corpos e cérebro serão envolvidos e se fundirão com o poderio computacional. Usaremos essas tecnologias para redesenhar a nós e nossos filhos em diversas formas de pós-humanidade” (More, 1994).

Conforme postulam os próprios defensores do movimento, a “pessoa” possuidora de capacidades físicas e intelectuais sem precedentes, de princípios de sua auto-formação como caráter transcendente - porque potencialmente imortal - é pós-humana, seja "ciborgue" (organismo dotado de partes orgânicas e cibernéticas) ou máquina de inteligência artificial. Quem atinge esse ponto não mais pode ser chamado de humano, e é para se chegar até ele e converter-se em pós-humanos que muitos crentes na tecnologia vêm se organizando desde o final do século XX.

O Instituto Extropriano apresentou-se ao público como um laboratório de idéias a respeito das mudanças produzidas pelo desenvolvimento tecnológico. Durante seu breve período de vida, propôs-se a, em essência, reunir pessoas intelectualmente privilegiadas para pensar o futuro humano em sentido radical. O fundamento em transformação desse trabalho seria uma “filosofia trans-humanista”, a filosofia da Extropria. Os extroprianos defendiam o livre uso da razão para desenvolver a pesquisa científica e o desenvolvimento de novas tecnologias.

Os transproprianos baseiam-se no mesmo princípio para defender a pura e simples imortalidade. Logo, ambos reconhecem uma dívida filosófica para com Nietzsche. Os transproprianos, contudo, são mais radicais, presumindo-se liberados mentalmente das cadeias da moralidade tradicional. O desejo que os move é de transcender as limitações da carne e, por essa via, ingressar numa existência pós-biológica. Ademais, são também os defensores do desenvolvimento biotecnológico e da engenharia genética como modo de alcançar o aperfeiçoamento humano. Porém, a motivação em um e outro grupo, contudo, é a mesma: o auto-interesse esclarecido.

Em um futuro não muito distante, o cenário de desenvolvimento biotecnológico estará em conflito direto com os dilemas da moralidade, isto é, ao invés de enfrentarmos questões de atitudes e deveres morais que devemos ter para com os seres que hoje compreendemos como não humanos, estaremos face a face com questões envolvendo os chamados pós-humanos, ou quem sabe, deles para conosco (espécie humana).

Nessa senda, surge o "transumanismo" como sendo um movimento não acabado que se encontra em desenvolvimento, estando suas ideias amparadas nas ideologias do humanismo racionalista. Os transumanos partem, assim, da premissa de que a espécie humana em sua forma atual, não representa o fim da nossa evolução, mas sim o início dessa.

Tem-se, assim, que tal aproximação possa nos levar a discussões acerca das atuais e futuras implicações biotecnológicas em relação aos preceitos éticos presentes nesses avanços, ou seja na interação entre a espécie humana e os pós-humanos.

Nesse contexto, os filmes do Universo Cinematográfico da Marvel são ótimos aportes, pois levantam inúmeras questões, que navegam perfeitamente entre o aperfeiçoamento humano ao desenvolvimento de exoesqueletos ligados ao córtex cerebral.

Diante disso, para um posterior espectro fictício, é válida a pontuação de alguns aspectos da física presentes nos principais personagens da cronologia de “Os Vingadores”.

 

Energia do Homem de Ferro

Após um acidente envolvendo estilhaços de granada, Tony Stark acorda com um potente eletroímã em seu peito, cuja principal função é retardar o avanço dos fragmentos metálicos do explosivo que se dirigem ao seu coração por meio da força magnética. Esse eletroímã foi instalado por seu companheiro de cela e cientista Ho Yinsen, que, mais tarde, ajudou-o na criação de uma miniatura do reator Arc, um reator de fusão nuclear a frio usado como fonte de energia para seu eletroímã e também para alimentar o seu famoso exoesqueleto metálico.

O reator Arc foi criado por Howard Stark, cientista e pai de Tony, que estava motivado a obter uma nova e poderosa fonte de energia. O primeiro projeto desse reator assemelha-se muito a um tipo de reator nuclear experimental: o Tokamak. Trata-se de um poderoso eletroímã em formato toroidal que confina, em uma pequena região de vácuo, um feixe de plasma  em altíssimas temperaturas, promovendo reações altamente energéticas de fissão nuclear. 

 

Martelo de Thor

Thor, o deus da mitologia nórdica, é o usuário do poderoso martelo Mjolnir. A arma é usada por ele como um condutor de seus poderes, capaz de gerar grandes correntes elétricas, retornar à mão do seu portador livremente, independente das distâncias, além de transportar o seu usuário quando balançado, possivelmente devido à sua grande inércia. De acordo com os quadrinhos, o martelo foi forjado a partir do núcleo de uma estrela em seus estágios finais de vida, , em razão de um grande colapso gravitacional, provavelmente uma estrela anã ou, ainda, uma estrela de nêutrons.

 

Incrível Hulk

Depois de um acidente que envolvia uma grande exposição à radiação gama, durante a detonação de uma bomba experimental, o cientista Bruce Banner desenvolveu o poder de transformar-se em uma criatura de força colossal e pele esverdeada, com 2,30 m de altura e cerca de 630 kg, números bastante impressionantes quando comparados ao de Bruce, um ser humano comum, de 1,60 m e 58 kg. Por mais impressionante que seja sua transformação, algo é ainda mais intrigante: a origem de sua grande massa adicional. Possivelmente, uma grande quantidade de energia foi absorvida durante o evento radioativo que o transformou, já que, de acordo com a equação de Einsten, existe uma relação entre massa de repouso e energia, dada por E = mc², na qual c é a velocidade da luz (3.108 m/s). Portanto, a massa adicional adquirida em sua transformação, cerca de 570 kg, equivale a:

Dessa forma, a cada nova transformação, o gigante verde utiliza uma quantidade de energia similar àquela consumida em todo o território dos Estados Unidos da América no ano de 2008, conforme os dados publicados no site da Agência Central de Inteligência (CIA). Além disso, essa quantidade de energia é cerca de 100 vezes maior que a energia liberada pela explosão da bomba atômica mais potente já produzida, a Tsar Bomb. A radiação gama liberada na fissão nuclear, a mesma que transformou Bruce Banner, é altamente ionizante ou seja, tem o poder de arrancar elétrons de átomos e moléculas e, até mesmo, de alterar o DNA de seres vivos. No entanto, a alta intensidade presente nesses raios gama é muito nociva aos seres vivos e, provavelmente, mataria um ser humano comum.

 

Teia do Homem-Aranha

Peter Parker utiliza suas teias para imobilizar inimigos e para locomover-se. Em uma cena específica do segundo filme, o herói utiliza suas teias para desacelerar até o repouso um grande trem que cairia em um rio. Carregando quase mil passageiros, os trens de Nova Iorque movem-se a até 85 km/h, com uma massa de 200.000 kg. Portanto, de acordo com os cálculos de dinâmica e cinemática decorrentes da Segunda Lei de Newton, as teias devem ter exercido uma força de aproximadamente 300.000 N sobre o trem. Esses valores indicam que as teias sejam ainda mais resistentes que cabos de aço, mas o mais impressionante é o fato de que algumas aranhas reais produziriam o mesmo feito se suas teias tivessem as mesmas dimensões que as produzidas pelo herói.

 

Escudo do Capitão América

O escudo utilizado pelo vingador original, Capitão Steve Rogers, é capaz de absorver vibração e impacto, estocando toda a sua energia cinética e devolvendo-a no sentido oposto. Além disso, por meio dele, o Capitão América consegue saltar de grandes alturas sem sofrer qualquer dano, pois todo o impacto é absorvido pelo material do escudo: um metal fictício extremamente resistente chamado de Vibranium. De acordo com as origens desse material apresentadas nos quadrinhos, todo o Vibranium da Terra veio em um meteoro, cerca de 10 mil anos atrás.

 

A vida imita a arte ou a arte imita a vida?

"Em “Os Vingadores: Era de Ultron”, produzido pela Marvel Studios, a equipe – formada pelo Homem de Ferro, Hulk, Thor, Capitão América, Viúva Negra e Gavião Arqueiro – invade um posto avançado da Hidra, na cidade de Sokovia, onde encontram dois seres aprimorados geneticamente – os gêmeos Pietro Maximoff e Wanda Maximoff –. Posteriormente, um dos protagonistas desenvolve uma inteligência artificial – Ultron – que reflete sobre sua missão, endeusando a si mesmo no papel de purificar a terra, e para conseguir essa façanha, seria necessário exterminar com a espécie humana. Ultron, então, obriga a Dra. Helen Cho a usar sua tecnologia de tecidos sintéticos para criar um novo corpo perfeito para ele, mas, no entanto, quando estava para ser transferido para o novo corpo, é impedido pela equipe, que rouba o respectivo corpo e o transforma no personagem Visão. A equipe retorna, então, para a cidade de Sokovia, onde enfrenta sua derradeira batalha contra Ultron, que é derrotado a um preço muito alto, qual seja, a destruição total da cidade."

 

É inegável afirmar, perante a dita cena, que muitos são os questionamentos éticos que poderiam ser suscitados antes de serem tomadas decisões, assim como as consequências futuras da falta dessas indagações. Nesse ínterim, temos como consequências dessa ausência de questionamentos bioéticos, a realização de pesquisas com seres humanos, pesquisas essas que levaram ao aprimoramento genético dos gêmeos, bem como dos personagens Capitão América e Hulk. Nessa sentido, destaca-se que, assim como nas obras, já se passaram os tempos em que o aprimoramento genético não seria realizado devido à falta de condições cientificas, motivo esse pelo qual, atualmente, a questão principal do debate, contudo, tem sido discutir se há algo de muito valioso no ser humano que o aprimoramento genético poderia destruir, e não a sua não realização propriamente dita. Dessa forma, observa-se que se questionamentos como esse houvessem sido realizados, diversos problemas teriam sido solucionados antes mesmo de ocorrerem, evitando, assim, o desfecho catastrófico da obra.

Outro problema bioético a ser levantado é a ausência de questionamento ético quanto ao desenvolvimento de uma inteligência artificial por parte dos personagens, o que acabou levando a uma guerra, na respectiva obra, que destruiu toda a cidade fictícia de Sokovia. Tal problema, no mundo real, sequer está perto de acontecer, porém, as questões ausentes no filme assombram a mente de muitos cientistas e estudiosos, uma vez que, "como será que uma inteligência artificial verá aos  seres humanos, ou se estaríamos nós, a espécie humana, a nos divinizar realizando tal desenvolvimento", na atualidade, nas áreas, por exemplo, de biotecnologia e neurotecnologia.

 

Já no filme “Capitão América: Guerra Civil”, produzido pela Marvel Studios, por sua vez, o time – composto pelo Capitão America, Viúva Negra, Wanda Maximoff e Falção – impede o roubo de uma arma biológica, no entanto, uma explosão ocorre, vitimando diversas pessoas comuns. Após o referido acontecimento, o Secretário de Estado dos Estados Unidos da América, Thunderbolt Ross, comunica a equipe que, devido aos reiterados desastres, a Organização das Nações Unidas regulamentou a função de heróis, através do Acordo de Sokovia, que estabelece que esses somente sejam chamados a agir quando essa realmente entender necessário. Tal decisão fragmentou a equipe em dois times – do Homem de Ferro, que apóia as decisões da Organização/Governo; e do Capitão América, que acredita não ser esse o melhor caminho a se seguir. Devido a essa divisão, uma batalha se desenrola deixando um dos heróis paralítico, o qual volta a andar, mas com o apoio de pernas exoesqueléticas.

 

Os problemas éticos no entorno desse filme, assim como no anterior, são muitos, dentre os quais destacamos o fato de haverem sido desenvolvidas pernas exoesqueléticas ao personagem que ficou paralítico. Essas pernas, assim como a armadura do Homem de Ferro, são ligadas ao seu córtex cerebral por nanomáquinas neurotecnológias. Contudo, os problemas aqui levantados, diferentemente dos levantados na obra fictícia anterior, são mais facilmente assimilados pela espécie humana, pois, na área de neurotecnologia, principalmente as neuropróteses e interfaces homem-máquina, são espectros do “melhoramento” da espécie humana, tanto para restauração de movimentos e sensibilidade, como para os inúmeros benefícios que essa área pode trazer.

É uma gradação exponencial de benefícios para a humanidade, sem medidas. Observa-se no presente filme, não propriamente dito um problema bioético, mas sim uma problemática relacionada ao biodireito, qual seja, a proposta de realização de um acordo pela Organização das Nações Unidas que visava preservar a espécie humana como conhecemos, em relação às consequências dos atos praticados pelos heróis/pós-humanos, uma vez que as biotecnologias já haviam afetado não só o presente da humanidade, mas também o futuro.

Destarte, o Acordo de Sokavia tratava sobre os heróis deixarem “[...] de operar livremente ou de maneira não regulamentada, passando a operar sob as regras, decretos e governanças das Nações Unidas [...], atuando somente quando e se o grupo considerar adequado e/ou necessário”. Desse modo, em que pese à proposta de regulamentação apresentada no filme e essa tenha sido amplamente aceita pela população mundial e também por determinados pós-humanos, alguns desses heróis não concordaram, pois esse acordo colidiria frontalmente, na forma em que foram dispostos, com princípios morais, o que acabou por deflagrar uma guerra civil entre os favoráveis à regulamentação e os contrários a essa. Tais problemas fictícios nos levam a muitos questionamentos, como já asseverado diversas vezes nesse capítulo. Todavia, o grande problema aqui presente é justamente o que não está presente nos filmes e que deveria servir de ensinamento para a espécie humana pós-moderna, qual seja, reflexões profundas antes da efetivação de aprimoramentos genéticos em relação à função da nova ética ou da ética do futuro no presente.

 

A ética do futuro

O filósofo alemão, Hans Jonas, doutrina que a espécie humana está diante de uma nova dimensão onde a técnica moderna introduzirá ações de ordem inédita e a moldura da ética antiga não conseguirá mais se enquadrar. Logo, a ética puramente antropológica e tradicional, não mais se adequa ao novo mundo das possibilidades infinitas, e as antigas máximas da ética que guiavam os comportamentos e estavam cristalizadas no imaginário do inconsciente coletivo, mesmo que ainda pudessem ser válidas para o relacionamento com o próximo. Assim, perde-se força diante da ação coletiva que as difere em causa e consequência deste plano próximo, o que poderá direcionar a ética a uma nova dimensão, um plano que nunca antes sequer fora sonhada, isto é, um nível de maiores responsabilidades.

O princípio da responsabilidade, dessa forma, vem fornecer bases éticas ao novo agir humano, abrangendo não apenas o homem mas o universo a sua volta e o espaço além da estratosfera. A responsabilidade vai mais longe, além do mundo natural e dialoga com a política, revê as utopias, busca a equidade e a dignidade, questiona a relação que existe entre pesquisa e poder, uma vez que todo o saber científico se encontra acumulado nas mãos de poucos que decidem o futuro de muitos. A ética é, portanto, de vital importância para a tecnociência. Seus fundamentos poderão alicerçar uma estabilidade harmônica responsável e uma convivência pacífica entre a ciência e a humanidade, que deverá se servir dos produtos da técnica para a sua evolução racional e consciente, em busca do progresso constante.

De acordo com Jonas, faz parte dos desafios de uma ética do futuro, o dever de visualizar efeitos de longo prazo, mobilizar o sentimento que melhor se adeque às representações das possibilidades, avaliar a insegurança quanto às projeções futuras, e observar o conhecimento do que é possível ou o simples saber sobre as possibilidades, ou seja,  garantir um meio ambiente equilibrado às gerações vindouras, meta essa da ética do futuro. O agir humano não pode, portanto, colocar em risco os interesses coletivos, assim como o ocorrido nos filmes ora telados, que colocaram em risco não somente os personagens através de determinadas experiências científicas, mas também a essência do ser humano. Respeitar o dever de existir dos descendentes é ter responsabilidade para com os atos do presente que, invariavelmente, afetariam sua plenitude em uma vida futura. A existência da humanidade é, portanto, o primeiro imperativo para a ética da responsabilidade com relação ao futuro e deve ser o mais importante dever coletivo devido ao forte potencial de destruição da civilização tecnológica. Nesse ínterim, a ficção científica entra na realidade como uma ferramenta de auxílio, pois ajuda o imponderável a se tornar real no imaginário e realça o temor ante o destino.

A ética do futuro deve, dessa forma, pautar-se em ações humanas, prevendo e analisando as ações conjuntamente, pois não existe mais espaço para o isolamento na sociedade pós-moderna, uma vez que o destino de toda a humanidade está intrinsecamente ligado não só às grandes atitudes, mas também aos pequenos atos individuais ou de grupos de indivíduos que, por atingir a todos, necessitam serem revistos dentro dos limites do âmbito particular de suas ações.

E se isso não ocorrer, estaremos fadados a consequências e catástrofes como as vistas nas obras “Os Vingadores: Era de Ultron” e “Capitão América: Guerra Civil”, que ocorreram devido às atitudes tomadas individualmente ou, em alguns casos, por grupos de indivíduos sem a devida reflexão ético-moral.

 

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Referências:

  1. A Física dos Vingadores: https://brasilescola.uol.com.br/fisica/a-fisica-dos-vingadores.htm
  2. Elliott, Carl. Transhumaniusm: Humanity 2.0 Wilson Quarterly, Autumn 2003
  3. BENTO, Luiz Antonio; CALVO, Paulo Rafael Sanches. Quando a vida imita a arte: a bioética dos homens-máquinas. Revista Bioethikos, São Camilo, v. 07, n. 03, 2013.
  4. The bioethical problems in the avengers: reflections about posthumanism and the ethics of the future: https://www.readcube.com/articles/10.19177%2Fufd.v9e172018219-232
  5. CINEPOP. ‘Capitão América: Guerra Civil’: Leia na íntegra o curioso Acordo de Sokovia. 2015.
  6. MARVEL. Avengers: Age of Ultron. 2015.
  7. Captain America: Civil War. 2016.
  8. PESSINI, Leocir. Bioética e o desafio do transumanismo: ideologia ou utopia, ameaça ou esperança? Revista Bioética, Brasília, v. 14, n. 02, 2006.

 

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Bárbara Figueiredo
Bárbara Figueiredo Seguir

19 anos. Acadêmica de Medicina na Fundação Educacional de Patos de Minas. Curto nerdices, Sócrates e tripartição de poderes (rs). Instagram: @figueiredobabi

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