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Parodiando Roberto Carlos: são tantas moções – e emoções! Na IFMSA Brazil
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Parodiando Roberto Carlos: são tantas moções – e emoções! Na IFMSA Brazil

Parodiando Roberto Carlos: são tantas moções – e emoções!

Sobre a 52ª Assembleia Geral da Federação Internacional das Associações dos Estudantes de Medicina do Brasil (IFMSA Brazil):

Foram 5 dias em que revi pessoas incríveis (e seus novos relatos incríveis). Também absorvi um monte de coisas novas - uma esponja ambulante, como diria meu amigo Giovanni Yuji, colega de universidade que também participou do evento. Refleti sobre uma série de estigmas e preconceitos que poderiam interferir na saúde dos meus futuros pacientes. Aproveitei, também, para expor um pouco das minhas experiências da 51ª Assembleia Geral (AG), que ocorreu em Belém-Pa, colocadas em prática e vivi um momento histórico juntamente com a família UFPR.
Percebi a relevância de tratar da saúde da população negra, ainda mais das mulheres. Dentre inúmeros dados, o que mais me entristeceu foi saber que 66% das vítimas de violência obstétrica no Brasil são negras (MS, 2015). Que médicos estamos formando? Violência obstétrica? Preconceito no SUS? Como as nossas universidades e as autoridades não estão dando a relevância devida a esses assuntos?
Fiquei assustado, também, ao perceber o quanto a violência e o trabalho infantil geram impactos negativos na saúde mental e física das nossas crianças. Sim, nossas crianças! Também têm os nossos refugiados, nossos negros, nossos deficientes, nossos idosos, nossos LGBTQI’s, nossos doentes mentais, e tantos outros “nossos” tratados nessa AG. Fui despertado quanto a não poder, jamais, fechar os olhos para aquilo que pode gerar problemas de saúde ou para aquilo que pode ser prevenido (e ainda fui treinado para pleitear por isso. Advocacy, avante!). Afinal, para mim, isso é ser médico – seja em formação ou não. Muitos podem não concordar, restringir-se as suas especialidades ou ao seu consultório, mas sei que a IFMSA Brazil me apoia e me subsidia para fazer aquilo que considero mínimo: lutar pela saúde desses excertos. Tanto reiteram que faltam médicos, mas intensifiquei a conclusão de que faltam, mesmo, médicos humanizados.
 

E quanto a família (Comitê local da IFMSA Brazil) UFPR, pude prestigiar um grande sonho tornando-se realidade. Nos tornamos um comitê pleno da IFMSA Brazil (obrigado a todos que votaram a favor e todos aqueles que lutaram juntos por isso, em especial nosso presidente Thiago Augusto). E além de tudo, agora, poderemos usufruir dos melhores intercâmbios do mundo AAAAAAAA.

Lucas Eduardo é aluno de Medicina do 4° período da Universidade Federal do Paraná e coordenador local da IFMSA Brazil.

*Foto com alguns colegas da UFPR na feira de exposição de atividades da 53a AG. 

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