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Comportamento da sífilis na população idosa

Comportamento da sífilis na população idosa

Alguns aspectos como o aumento da expectativa de vida, menor fecundidade e outros, ajudaram a construir a situação demográfica moderna. O envelhecimento populacional é realidade não só no Brasil como no mundo, estudos apontam que a população brasileira até o ano de 2025 será o 6° país com maior quantidade de idosos e até 2060 será em sua maioria idosa.

Junto à vida moderna e avanços científicos, os idosos redescobriram aspectos da vida como sexualidade, seja por meio do uso de medicamentos para impotência ou reposição hormonal, o idoso está voltando a ser parte da população sexualmente ativa. Por se tratar de uma geração até pouco tempo atrás não ativa sexualmente, existem poucas campanhas assim como pouca adesão aos métodos contraceptivos e de preservação, o que torna o idoso vulnerável a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), dentre elas a sífilis.

A sífilis é uma doença infecciosa crônica, sistêmica, exclusiva do humano e curável. Seus sintomas são diversos e complexos, podendo evoluir, caso não for tratada corretamente, para quadros mais graves divididos em fases, primária, secundária, latente e terciária.

 Em 2010, a sífilis adquirida se tornou uma doença de notificação compulsória, o que teoricamente justificaria um suposto aumento de casos detectados, porém até o ano de 2017 não houve um estado de platô dos casos, tendo um aumento considerável com o passar dos anos.

Há um grande desafio no que se diz respeito a implementação de ações de prevenção no idoso é a não estratificação por idade. O boletim epidemiológico nacional tem estratificação terminal em 50 ou mais, e o estadual em 60 ou mais. Levando em consideração os danos da fase terciária mais a idade elevada, percebemos a importância da manutenção dos boletins epidemiológicos a fim de criar uma estratificação dentro da faixa etária de idosos.

Novo perfil demográfico

Diversos fatores contribuem para o novo perfil demográfico que já estamos vivenciando e só tende a se acentuar ainda mais. Conforme as mulheres se inserem no mercado de trabalho, novos planos familiares são traçados como, filhos gerados com maior planejamento de tempo, visando a construção de situações financeiras mais estáveis, além disso, estudos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que quanto maior o nível de instrução da mulher, menor a quantidade de filhos, isso já é realidade a mais de uma década.

A expectativa de vida é um indicador de como está a saúde da população, mas não quer dizer menos multimorbidades. O aumento da expectativa de vida já vem de décadas atrás, esse aumento vem da constante inovação na área da saúde e do empenho dos profissionais da área, porém o fato de viver mais não significa viver com qualidade de vida, como é o caso do aumento da ISTs em idosos. 

Figura 1 - pirâmide etária 2012/2019. (fonte - IBGE. Diretoria de Pesquisa, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2012/2019)

Na figura 1 nota-se um estreitamento da base revelando uma queda na população jovem e ao mesmo tempo um aumento da faixa de idade, revelando o processo de envelhecimento populacional. 

Figura 2 - pirâmide etária esperada no Brasil. (Adaptado de United Nations. World population prospects 2004. <http://esa.un.org/unpp/p2k0data.asp>  (acessado em 29/fev/2021).

Já na figura 2 vemos as pirâmides que são esperadas para o ano de 2025 e 2060, revelando um estreitamento da base ainda maior.

Vulnerabilidade do idoso

Quando se trata de vulnerabilidade, existe uma base de três dimensões de análise: individual, social e programática. Na vulnerabilidade individual são analisados fatores como escolaridade, nível de conhecimento, acesso à informação subjetivas como crenças, comportamentos, relações afetivas, informações que possam indicar suscetibilidade ao agravo ou exposição ao problema. Já na vulnerabilidade social é avaliado o acesso e conhecimento de informações como cultura, saúde, emprego, adesão ao receber informações novas, levando em consideração os recursos materiais e equipamentos sociais. A vulnerabilidade programática é uma análise voltada para a situação de programas governamentais disponíveis, programas, serviços e ações protetivas e de proteção à saúde.

Já na relação entre o idoso e as ISTs podemos citar algumas vulnerabilidades como a dificuldade entre idosos e profissionais de saúde em conversarem sobre o assunto, a fisiologia feminina em faixa de idade avançada, poucos programas de prevenção ou de informação e baixa escolaridade. 

Por se tratar de algo de difícil diálogo, por ser considerado um tabu, seja por vergonha do paciente ou por um estigma do profissional de saúde em achar que idosos são uma população assexuada, tanto a investigação deste cenário das ISTs em idosos quanto o conhecimento do idoso da sua própria vulnerabilidade se tornam um risco muito grande ao contágio e agravo. 

Também existe a questão da fisiologia feminina; com o passar dos anos a parede vaginal passa por processos como afinamento e ressecamento, estas alterações aumentam a probabilidade de adquirir ISTs por facilitar o contágio. Além disso, por não existir mais a menstruação, a mulher, já idosa, tem a falsa impressão de inutilidade dos preservativos.

Outro aspecto é a baixa adesão a métodos contraceptivos, tanto dos idosos saudáveis quanto dos já contaminados, aspecto que ganha um destaque muito relevante se tratando de vulnerabilidade individual e cultural. Idosos com maiores níveis de escolaridade tendem a aderir o uso de preservativos com maior facilidade, assim como ter acesso aos serviços de saúde e aos preservativos com maior facilidade. Os profissionais da área de saúde nos níveis da atenção primária não têm os idosos como vulneráveis a ISTs, algo que se pode concluir observando que na maioria dos casos a sorologia só é solicitada ou sugerida na atenção secundária ou terciária.

Fases e complicações da sífilis 

A sífilis pode evoluir para estágios de maior letalidade, essa progressão pode ocorrer pela má adesão ao tratamento ou pela descoberta tardia da doença, não é incomum pacientes com sífilis descobrirem a doença já em estágio terciário. 

Após o contato e infecção, classifica-se como sífilis primária; existe um intervalo de tempo de incubação, cerca de 10 a 90 dias. Uma única lesão denominada cancro duro ou protossifiloma, aparece no local de entrada da bactéria como o primeiro sintoma, de base endurecida, indolor, contendo muitos treponemas e com secreções serosas. A lesão leva aproximadamente duas semanas para se curar espontaneamente, porém elas facilitam a infecção pelo HIV (vírus da imunodeficiência humana) por serem uma porta de entrada.

Na sífilis secundária, que ocorre em decorrência do não tratamento em sua fase primária, o Treponema pallidum, bactéria causadora da sífilis, já invadiu todos os órgãos do corpo, sendo sua manifestação clínica o exantema cutâneo, máculas, pápulas ou condiloma lata que aparecem com maior frequência em locais mais úmidos do corpo, todos os sintomas e sintomas da sífilis secundária cessam após um período de tempo.

Se não houver tratamento a sífilis continuará a evoluir, após os sintomas e sinais da fase secundária cessarem, acontece um período latente que não apresenta nenhuma manifestação clínica, esse período é considerado recente quando ainda está no primeiro ano e tardio após um ano.

Na fase terciária a sífilis atinge seu estágio de maior gravidade e letalidade, podendo levar mais de uma década para se manifestar. Suas manifestações clínicas são formações de gomas sifilíticas, tumores amolecidos na mucosa e na pele principalmente porém podem aparecer em qualquer tecido do corpo, até mesmo nos ossos. Suas complicações de maior letalidade são neurossífilis e sífilis cardiovascular.

Diagnóstico

Para o diagnostico da sifilis primaria é feito a pesquisa direta do Treponema pallidum, por meio  de microscopia de campo escuro com a coloração de Fontana-Tribondeau a base de sais de prata, e por meio  de imunofluorescência direta. Em um período de tempo de 7 a 10 dias após o primeiro sintoma aparecer os anticorpos começam a surgir, por esse motivo o teste sorológico dá como não reagente dentro deste período em que ainda não surgiram anticorpos. Aproximadamente em 10 dias após o aparecimento do primeiro sintoma, o primeiro teste a da como reagente é o FTA-abs.

Em sua fase secundária, qualquer teste sorológico terá resultado reagente e testes quantitativos geralmente apresentam resultados altos. Mesmo após o tratamento, os testes treponêmicos continuarão reativos para o resto da vida do paciente e os não treponêmicos estarão não reativos assim como outros testes quantitativos irão apresentar titulações baixas.

Na fase latente o diagnóstico pode ser confirmado pela ausência de sinais e sintomas somado a testes sorológicos reagentes e testes quantitativos com baixos resultados, entretanto por se tratar de uma fase muito similar clinicamente com a fase primária, deve-se investigar no líquor a presença de anticorpos por meio do VDRL, quando o resultado do VDRL é reagente no líquor e acompanhada de baixos títulos no soro, evidencia-se a sífilis latente.

Já na fase terciária, os títulos de testes não treponêmicos geralmente são baixos, podendo ocasionalmente ser altos, e testes sorológicos são reagentes. O LCR é indicado para pacientes com sintomas neurais, mesmo assim, para o diagnóstico de neurossífilis não é recomendável qualquer tipo de teste isolado. O diagnóstico deve ser feito pela combinação de testes sorológicos reativos e aumento das células e proteínas no LCR. O VDRL é recomendado para a testagem do LCR, mesmo tendo baixa sensibilidade e alta especificidade. Por não se tratar de uma infecção que confere imunidade permanente, se faz necessário diferenciar entre infecções e cicatrizes sorológicas.

Epidemiologia: Sífilis adquirida no idoso

Um aumento de 16,03% no ano de 2010 a 2011 foi observado após a implementação da Portaria n° 2.472 de 31 de agosto de 2010 do Ministério da Saúde, tornando obrigatório a notificação compulsória da sífilis, que anteriormente era apenas subnotificada.

No intervalo dos anos 2010 a 2017 foram notificados 419.340 casos de sífilis adquirida, sendo 83.264 casos entre a idade de 50 anos ou mais, o que representa 19,85% dos casos totais deste intervalo de tempo, sendo a maioria dos casos notificados em homens.

Tabela 1 - Número de Sífilis adquirida com 60 anos ou mais. Fonte - O aumento da sífilis adquirida no idoso, 2020.

Na tabela 1 evidencia-se um aumento no número de casos principalmente no sexo masculino da população idosa, com 60 anos ou mais, no Estado de São Paulo.

Tabela 2- Análise univariada dos fatores associados à ocorrência de infecções sexualmente transmissíveis em idosos. Fonte - Vulnerabilidade de idosos a infecções sexualmente transmissíveis, 2017.

Na tabela 2, foram analisadas as relações entre as ISTs com fatores como sexo, renda, parcerio fixo, relação sexual atual e história prévia de IST. 382 idosos foram estudados, dentre eles 61,8% eram mulheres, destas, 70,4% tinha entre 60 a 74 anos de idade, 69,4% delas eram de cor branca, tendo apenas 52,1% escolaridade de 4 ou mais anos, 61,0% delas vivem com seus companheiros. 84,8% tinha a própria remuneração entre elas 74,3% era menor de dois salários mínimos como renda familiar. 62,2% relataram ter um parceiro fixo e outras 55,0% relataram apenas ser sexualmente ativas e de todas elas apenas 5,2% relataram usar preservativos em todas as relações sexuais. De todos os idosos participantes, tanto homens quanto mulheres, 82,2% não relataram história prévia de IST e 20,4% não haviam realizado qualquer exame sorológico para o mesmo.

gráfico 1- Porcentagem por divisão de territórios Brasileiros. Fonte - O aumento da sífilis adquirida no idoso, 2020.

No gráfico 1 observamos que na região sudeste, representando 58% dos casos, é onde existe o maior número de detecção da infecção, seguido pelo sul, nordeste, centro oeste e norte.

Conclusão

Levando em consideração a melhora da expectativa de vida, novos fármacos, novos tratamentos, a demografia moderna e as previsões demográficas, o país e o mundo estão prestes a se tornar um lugar de maioria idosa e ativa em todos os sentidos, fato este que reforça a importância da saúde no idoso em todos os seus aspectos. 

A mentalidade e abordagem do profissional da área de saúde precisa ser atualizada em relação à sexualidade nos idosos, visto todo esse quadro de aumentos da sífilis e da dificuldade em lidar com isso. A normalização e conscientização do fato de que os idosos têm uma vida sexualmente ativa e nem sempre com apenas um parceiro, deve ser levado em consideração, assim como a implementação de programas a fim de prevenir e educar essa faixa etária para evitar que os casos de sífilis e outras ISTs continuem a aumentar, quanto mais cedo houver essas mudanças melhor será o controle e tratamento das ISTs nesta faixa etária, como a sífilis, que se não for tratada nos primeiros estágios, evolui para fases de maior gravidade e letalidade.

 


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Referências 

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Tabela 1 e gráfico 1 - OLIVEIRA, Nilce dos Santos; JUSKEVICIUS, Luize Fábrega. O AUMENTO DA SÍFILIS ADQUIRIDA NO IDOSO. Revista UNILUS Ensino e Pesquisa, [s. l.], v. 16, ed. 45, p. 161-170, 2019. Disponível em: http://revista.unilus.edu.br/index.php/ruep/article/view/1215/u2019V16n45e1215. Acesso em: 3 mar. 2021.

Tabela 2 - ANDRADE, Juliane et al . Vulnerabilidade de idosos a infecções sexualmente transmissíveis. Acta paul. enferm.,  São Paulo ,  v. 30, n. 1, p. 8-15,  Jan.  2017 .   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-21002017000100008&lng=en&nrm=iso>. access on  05  Mar.  2021.  https://doi.org/10.1590/1982-0194201700003.

Academia Médica
Matheus Claudino de Jesus Carvalho
Matheus Claudino de Jesus Carvalho Seguir

Acadêmico do 5° semestre da Universidade Nove de Julho. Colunista da Comunidade SANAR. Membro da LIONH liga de oncologia e hematologia e LAFH liga de fitoterapia e homeopatia.

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