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Virei médico, e agora?
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Virei médico, e agora?

Virei médico, e agora?

 por Luiz Fernando Schvartman, CFP® - Sócio Life Finanças Pessoais

[avatar user="Lifefp" size="thumbnail" align="left" link="http://bit.ly/1pa1Oal" target="_blank"]A Life FP é a nova parceira do Academia Médica no falar o que a faculdade esqueceu de contar. São posts semanais que ajudarão nossos leitores a viver om qualidade, fazendo o dinheiro trabalhar por você.[/avatar]

 Depois de alguns anos de muito esforço e dedicação, enfim médico. O tão sonhado número de CRM, o reconhecimento de ser um doutor e a alegria imensa dos familiares vem acompanhado agora da angústia do próximo passo.

De um posicionamento de “arte de curar”, em que o médico detinha a magia dos remédios e o enfrentamento pessoal da enfermidade, a atuação médica caminha cada fez mais ao posicionamento de profissão comum e sujeita às contradições sociais.

O profissional da medicina, outrora endeusado e considerado um artista, atuando através dos seus conhecimentos adquiridos e da experiência própria, foi aos poucos sendo destituído do glamour e do mistério que o caracterizavam, assumindo o papel de profissional sujeito a uma série de exigências antes desconhecidas.

Se por um lado adquiriu a seu favor uma ciência que se renova a cada dia, por outro passou a enfrentar as expectativas de uma população informada e vigilante, somadas por sua vez a circunstâncias externas que interferem diretamente na atuação médica: políticas de saúde, carência de recursos, superlotação de serviços, desvalorização do trabalho médico, banalização de informações.

O profissional médico bem sucedido não é apenas aquele que sabe lidar melhor com seus pacientes, tem um conhecimento profundo das mais diversas anomalias, doenças e tratamentos e nem aquele que executa com perfeição o que lhe é proposto. Os novos paradigmas vão muito além da medicina e desafios inerentes a profissão. Entra em cena também a vida pessoal, na qual em inicio de carreira é largamente dedicada aos plantões, residência, estudos, entre vários outros, com uma carga horaria muito superior a maioria das profissões.

Atualmente é preciso saber lidar com diversas questões externas à sua atividade e principalmente internas da pessoa que veste este jaleco. É inegável que existe um reconhecimento por este esforço, não apenas profissional, mas também pessoal e financeiro. No entanto para obter um pleno equilíbrio e qualidade de vida não basta apenas ganhar dinheiro é preciso conhecer bem diversas questões cotidianas que em muitas vezes negligenciadas dificultam seu crescimento para a sua melhor versão de si mesmo. É fundamental conhecer suas receitas e despesas, determinar e mensurar objetivos profissionais e pessoais, criar um caminho racional para a realização destes objetivos e saber equilibrar o tempo dedicado ao trabalho, pacientes, família, amigos e pessoal.

Quando jovem, o médico muitas vezes tem muita energia para trabalhar, ainda pouca reserva financeira e muito pouco tempo. O próximo passo é obter melhor reserva financeira, manter a energia de trabalhar e ter mais tempo para a sua vida pessoal. Em um momento sua energia de trabalhar vai diminuir e caso tenha uma boa reserva financeira irá te permitir ter ainda mais tempo para você. Tudo isso não acontece ao acaso, é construído durante a sua carreira, mas que deve começar logo no inicio.

Portanto não se deve tratar o dinheiro como um sim em si mesmo, mas como uma ferramenta para proporcionar a realização de sonhos e projetos. Ganhar bem não necessariamente representa melhor qualidade de vida, no entanto uma renda aliada com uma boa gestão de vida alicerçada por planejamento financeiro, certamente será muito mais eficiente.

Life Finanças Pessoais

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