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TP #46: Livros para a vida

TP #46: Livros para a vida

No episódio 46, além o recorrente plantão do caos e das últimas notícias do mundo corporativo e saúde,  Fernando Carbonieri e convidados listam os livros que marcaram suas trajetórias de vida.

O Troca de Plantão acontece de Segunda a Sexta às 06h30 da manhã no Clubhouse e é transformado em Podcast para você que não pode participar conosco ao vivo. Dê o play aqui e curta conosco.

Comandado por Fernando Carbonieri, médico e fundador da Academia Médica, o Troca de Plantão nº46 contou com os colegas  Filipe Prohaska,  Ana Carolina Carvalho,  Newton Nunes, Ana Panigassi, Marilea Assis, Debora Fukino, entre outros que também compartilharam conhecimento com a comunidade. Com audiência crescente, o Troca de Plantão da Academia Médica traz as principais publicações científicas do cenário mundial, discutidas por profissionais de ponta.

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Os titulares do #TP trouxeram a lista de livros que mudaram suas vidas!

Ana Panigassi: Melancia - Marian Keyes

Luciana: Manual do CEO: Um Verdadeiro MBA Para o Gestor do Século XXI - Josh Kaufman

Filipe: A viagem de Theo: Romance das religiões - Catherine Clement

Marilea: A Morte de Ivan Ilitch - Liev Tolstói 

Juliana: Sobre a morte e o morrer: O que os doentes terminais têm para ensinar a médicos, enfermeiras, religiosos e aos seus próprios parentes - Elisabeth Kübler-Ross

Ana Carvalho: Antifrágil: Coisas que se Beneficiam com o Caos - Nassim Nicholas Taleb

Newton: O príncipe - Maquiavel; A arte da Guerra - Sun Tzu; Pai rico, pai pobre: Robert Kiyosaki e Sharon L. Lechter

Débora: Bíblia

Nossos heróis aqui do #TP também trouxeram as suas fofocas e a gente traz a sedimentação teórica para elas. Confira abaixo as referências que embasaram a discussão de hoje!

Relatos de casos nos EUA de trombose do seio venoso cerebral com trombocitopenia após vacinação 

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Nesta série de casos de 12 pacientes, todos eram mulheres, com menos de 60 anos, e o início dos sintomas variava de 6 a 15 dias após a vacinação, exigindo hospitalização. De 11 pacientes com resultados de teste de anticorpos de trombocitopenia induzida por heparina (HIT) por ensaio imunoenzimático (ELISA) do fator plaquetário-heparina 4, todos foram positivos. No último acompanhamento, os desfechos foram óbito, cuidados em unidade de terapia intensiva (UTI), hospitalização fora da UTI e alta para casa.

Assistência infantil em crise: o plano de Biden pode salvá-la?

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No subúrbio de Ohio, uma creche de décadas que prosperava antes da pandemia fechou suas portas pela última vez em agosto. Em Michigan, uma creche está operando com menos da metade de sua capacidade pré-pandêmica, trazendo menos receita, mesmo que os custos dos protocolos de segurança da Covid-19 continuem aumentando.

Na Virgínia , uma creche para os filhos de trabalhadores essenciais acabou recebendo crianças em idade escolar da comunidade, mas sem o tipo de orientação do governo que as escolas recebem. Na Califórnia, a dona de uma creche domiciliar perdeu 70% de seus clientes e gastou suas economias para permanecer aberta, deixando-a cerca de dois meses longe de ter que fechar permanentemente. Essas histórias, de quatro partes diferentes dos Estados Unidos, não são focos isolados de luta.

Os pais estão desesperados por creches. No entanto, os centros de Nova York têm lugares vazios.

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Longas esperas e menos financiamento para creches subsidiadas deixaram os pais em dificuldades e ameaçam fechar creches.

“O sistema nunca funcionou. Ele marginaliza uma classe específica de pessoas e define um tom para a jornada educacional da criança. Mas a pandemia ampliou o problema ”, disse Lillian Rodriguez-Magliaro, diretora sênior do programa Child Center of NY, um centro em Queens que atende famílias de baixa renda.

Os pais que estão se candidatando a serviços geralmente lidam com três agências municipais: a Administração de Recursos Humanos, a Administração de Serviços Infantis e o Departamento de Educação.

O departamento de educação, que assumiu a gestão do programa de subsídio contratado da cidade para bebês e crianças pequenas pouco antes da pandemia, disse que está contratando mais funcionários para lidar com um acúmulo de inscrições.

“Estamos empenhados em expandir o acesso a creches e agilizar o processo de elegibilidade, trabalhando com o governo estadual e federal, aumentando nosso quadro de funcionários e melhorando nossas operações”, disse Sarah Casasnovas, secretária de imprensa do departamento.

Covid-19: com piora dos números, 20 países restringem entrada de brasileiros

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Veja a lista: Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Espanha, França, Itália, Portugal, Reino Unido, Suíça, Turquia, Países Baixos, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Peru , Guatemala, Austrália, Marrocos, Coreia do Sul.

Taiwan barra viajantes da Índia a fim de evitar contágios por nova variante

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Taiwan se tornou nesta segunda-feira o território mais recente a proibir a entrada de pessoas vindas da Índia assolada pelo coronavírus na tentativa de evitar novas infecções, e mais nações estão relatando casos de uma variante identificada pela primeira vez no país. A variante B.1.617 já chegou a ao menos 17 países, do Reino Unido ao Irã e à Suíça, provocando um temor global e induzindo vários deles a fecharem as fronteiras a viajantes oriundos da Índia.

Hospitais pós-pandemia investirão em prédios flexíveis e inteligência artificial

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Estudo aponta a necessidade de desenvolvimento de espaços mais resilientes e humanizados. A inteligência artificial será outro destaque. Professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) e diretor do Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde, Alexandre Chiavegatto Filho coordena estudo envolvendo 30 hospitais de diferentes portes e locais do País no atendimento à Covid-19. Com a pandemia, o volume de informações cresceu ainda mais por meio da telemedicina e boletins diários.

A relação com o meio ambiente é outro desafio para os hospitais do futuro, especialmente no aspecto atmosférico, com a dependência cada vez maior de sistemas de ar-condicionado.

“É preciso renovação permanente do ar. A gente vê unidades com dificuldade nessa adaptação”, diz o urbanista Mauro Santos, professor da Universidade Federal do Rio (UFRJ). Um hospital para este século também envolve um olhar para a vizinhança. E essa discussão ainda precisa avançar, avalia Jeferson Tavares, professor do Instituto de Arquitetura e Urbanismo e coordenador do projeto Vizinhança Hospitalar, ambos da USP.

Um medicamento para artrite para tratar pacientes graves com Covid-19?

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A Agência Europeia de Medicamentos (Ema) está avaliando a possibilidade de estender o uso de um medicamento imunossupressor para artrite (Olumiant) para pacientes hospitalizados por Covid-19 que precisam de terapia de oxigênio suplementar. O anúncio foi feito em seu site pela Agência Italiana de Medicamentos (Aifa). A substância ativa do Olumiant, o baricitinib, interrompe a ação das enzimas quinase Janus, que desempenham um papel importante nos processos imunitários que conduzem à inflamação. 

"E isso poderia ajudar a reduzir a inflamação e os danos aos tecidos associados à forma grave de Covid-19", explica Aifa.

Nesse caso, o uso de Olumiant - atualmente autorizado para uso em adultos com artrite reumatóide ou formas de dermatite atópica moderadamente grave - será estendido a pacientes com Covid-19 a partir dos 10 anos de idade.

Por que a Índia está tendo um aumento de Covid-19?

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As infecções na Índia estabeleceram novos recordes de pandemia em abril, com mais de 300.000 testes positivos por dia durante uma semana. Kamala Thiagarajan analisa as muitas perguntas sem resposta

Em 26 de abril, a Índia viu a maior contagem diária de novas infecções por SARS-CoV-2 já registrada no mundo, 360 960, elevando seu total de pandemia para 16 milhões de casos, perdendo apenas para os EUA, e mais de 200.000 mortes.

A segunda onda devastadora vem um ano depois que o país impôs uma das restrições de bloqueio mais rígidas do mundo - e apenas três meses desde que seu ministério da saúde declarou que as infecções e a mortalidade estavam em níveis mais baixos.

Empresário recebe primeiro transplante de pulmão bem-sucedido no país após Covid-19

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O primeiro paciente a receber um transplante bem sucedido de pulmão após ter tido Covid-19 no Brasil é o empresário José Hipólito Correia Costa, 61 anos. No próximo dia 14 completará três meses desde a cirurgia e ele continua no hospital. O homem teve o órgão destruído pela doença com fibrose irreversível.

“Se não tivesse ocorrido o transplante, certamente o paciente já teria morrido”, diz o cirurgião torácico Marcos Samano, coordenador de transplante pulmonar do Einstein.

Falta de vacinas afeta aplicação da 2ª dose contra Covid-19 em 7 capitais

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Ministro da Saúde do governo Jair Bolsonaro, Marcelo Queiroga admitiu nesta semana dificuldade em entregar doses suficientes a todos os estados. Ainda houve atraso no envio de insumos vindos da China para o Instituto Butantan, em São Paulo, responsável por fabricar as doses de CoronaVac no Brasil.

A escassez de vacinas ocorre depois de o próprio ministério ter recomendado o uso de todo o estoque para a 1ª dose, sendo que os estados anteriormente armazenavam vacinas para aplicar a 2ª dose. Depois, a Saúde voltou atrás na recomendação.

"Alguns pacientes fizeram a primeira dose e, quando chegou o tempo da segunda dose, não estava disponível. Assim que chegar, pode fazer [a aplicação]", disse Queiroga, na quarta-feira (28), dia em que anunciou a entrega de 104 mil doses da CoronaVac ainda nesta semana.

Preprint: Estimando o impacto inicial da imunização contra Covid-19 nas mortes entre idosos no Brasil

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ImagemÀ medida que a variante P.1 se espalhou por todo o Brasil, o número total de mortes aumentou ao longo do tempo, começando na semana epidemiológica 9 de 2021. A proporção de todas as mortes ocorridas nas idades de 80+ anos foi superior a 25% nas semanas 1-6 e diminuiu rapidamente para 13,1% nas semanas 13-14. As taxas de mortalidade foram mais de 13 vezes maiores no grupo de 80+ anos em comparação com as de 0-79 anos até a semana 6, e diminuíram para 6,9 vezes nas semanas 13-14. 

Coronavac foi responsável por 77,3% e AstraZeneca por 15,9% de todas as doses administradas. A cobertura vacinal (primeira dose) aumentou rapidamente entre indivíduos com mais de 80 anos, atingindo 49,1% nas semanas 5-6 e mais de 90% após a semana 9. Interpretação O rápido aumento da cobertura vacinal entre idosos brasileiros foi associado a um declínio importante na mortalidade relativa em comparação com indivíduos mais jovens, em um ambiente onde a variante P.1 predomina. Se as taxas de mortalidade entre os idosos permanecessem proporcionais ao que foi observado até a semana 6, seriam esperadas 13.824 mortes adicionais até a semana 14.

Depoimento de Eduardo Pazuello é alvo de todas as atenções na CPI da Covid-19

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Após apresentar o plano de trabalho, definir metas e superar tentativas de intervenção do governo e seus aliados, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 realiza, nesta semana, as oitivas das primeiras testemunhas. Ex-ministros da saúde, que tiveram papel crucial durante o avanço do novo coronavírus pelo país, prestam depoimento aos senadores que integram o grupo de investigação. General do Exército e ex-titular da pasta, Eduardo Pazuello é considerado peça-chave no quebra-cabeça para entender o que ocorreu com o país na crise sanitária.

Incorporando evidências de adultos na pesquisa e prática pediátrica

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Ta necessidade de aquisição de conhecimentos específicos para crianças por meio de ensaios clínicos de alta qualidade é clara. Devido às diferenças no metabolismo ou na fisiopatologia do medicamento, as crianças podem responder de forma diferente dos adultos a várias terapias, mesmo quando usadas para tratar a mesma doença. 

 Isso se reflete na necessidade declarada de reguladores, como a US Food and Drug Administration (FDA), de geração de conhecimento específico para crianças. Como a pandemia COVID-19 demonstrou, tem sido difícil gerar dados específicos para crianças em um período de tempo que seja cientificamente robusto e clinicamente acionável.

Para driblar a 'fadiga do Zoom' em tempos de home office, empresas limitam reunião virtual

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Na Sanofi, deve-se evitar encontros às sextas de tarde e, na Suzano, preferência é que sejam após 9h. Estresse por excesso de telas ameaça a produtividade.

 

 

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