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Uso emergencial das vacinas: linha do tempo na Anvisa

Conheça as principais etapas para autorização temporária de uso emergencial das vacinas.

A natureza não dá saltos (Natura non facit saltus). A frase do botânico e médico sueco Carlos Lineu sintetiza a noção de que as mudanças na ciência ocorrem de forma gradativa. A ideia ajuda a explicar o caminho para o desenvolvimento das vacinas e os passos que precisam ser dados até que elas cheguem até as salas de imunização em todo o país. 

Para que a sociedade acompanhe, com total transparência, as etapas para autorização do uso emergencial das vacinas, que vêm exigindo tempo, investimento e, sobretudo, muito esforço humano, a Anvisa elaborou infográficos e roteiros explicativos com links para as matérias já publicadas. Confira. 

Vacina AstraZeneca/Fiocruz 

  • A Anvisa autorizou, em 2/6/20, os primeiros ensaios clínicos da fase III da vacina.  
  • Quatro meses depois, em 1º de outubro, a Agência recebeu o primeiro pacote de dados.  

Vacina Butantan/Sinovac 

A Anvisa autorizou, em 3/7/20, os primeiros ensaios clínicos da fase III da vacina.  

No dia 17 de janeiro de 2021, um dia antes de encerrar o prazo para a análise dos pedidos de uso emergencial, a Anvisa vai decidir em uma reunião extraordinária da Diretoria Colegiada se aprova ou não os pedidos. Depois de protocolados os processos, a Agência teve 10 dias para analisá-los. 


Com toda essa evolução, o dia histórico de hoje, 17 de janeiro de 2021, temos a aprovação, mesmo que com ressalvas, das duas vacinas para iniciar a vacinaÇão no Brasil.

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